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POLÍTICA PÚBLICA PARA A SAÚDE NA TERCEIRA IDADE
22/08/16

 

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FÍSICO
28/07/16

O exercício físico resulta da atividade do sistema musculoesquelético, sistema este possuidor da maior potencialidade para o gasto energético do organismo. Toda esta energia provém da contração das miofibrilas dos músculos esqueléticos, acionados pela energia liberada pela transformação das estruturas químicas dos alimentos. 

Dentre os alimentos ingeridos - hidratos de carbono, proteínas e gorduras - a glicose, uma hexose, é, talvez, a biomolécula mais versátil dos seres vivos.

No reino vegetal, a glicose é sintetizada nas folhas verdes pela ação da luz solar sobre a clorofila conjugando a água e o gás carbônico do ar atmosférico (fotossíntese).

No reino animal, a glicose, através do Ciclo de Krebs, realiza uma combinação final com o oxigênio do ar produzindo energia e liberando água e gás carbônico (respiração). Não é apenas a glicose que pode produzir energia, outros hidratos de carbono também a produzem com maior complexidade através de outros ciclos. Seu metabolismo, porém, seria a forma mais simples para produzir energia. As dificuldades do seu procedimento normal, como ocorre no diabetes, teriam repercussões negativas sobre as funções do corpo.

Caso o dispêndio energético do organismo seja excessivo e o aporte de oxigênio não seja suficiente para metabolizar toda a glicose, a energia seria extraída de seus metabólitos - metabolismo anaeróbico - provocando acúmulo de ácido lático no organismo, responsável pelas dores que sentimos após exercícios exaustivos.

O exercício aeróbico seria, portanto, a prática de atividade física regular não excessiva com aproveitamento integral do oxigênio pela glicose, sem produção de radicais ácidos e sem transtornos para o organismo.

Durante o exercício físico há produção de grande quantidade de energia e a forma compensatória do organismo para manter a homeostase (constância do meio interno) seria a produção de suor (para evitar aumento da temperatura), diminuição da diurese (para manter a volemia), aumento dos batimentos cardíacos e de incursões respiratórias para permitir um ajuste adequado de oxigênio aos tecidos. Ocorreria concomitantemente uma ativação de todos os demais sistemas do organismo para contribuir com a homeostase e essa ativação é que seria a responsável para adquirir um condicionamento físico adequado. Seria exercitado, assim, o princípio biológico de que, para manter os órgãos sadios, estes devem permanecer sempre ativos.

POR QUE O MINISTRO AFIRMOU QUE A GUERRA CONTRA A EPIDEMIA DE MICROCEFALIA ESTARIA PERDIDA?
02/02/2016

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Crianças com microcefalia nasceriam em virtude de adquirir a infecção pelo vírus zika em seu período embrionário, isto é, durante a formação de seus órgãos.

O vetor do vírus – o mosquito Aedes aegypti – que a transmitira à mãe é o mesmo que produz a dengue e a febre chikungunya, doenças também epidêmicas em todo o país.

Convém lembrar que o Aedes foi importado da África em fins do século retrasado e nesse período já arrasou todas as Américas com a epidemia da febre amarela.

No Brasil esta só foi aniquilada por Osvaldo Cruz no governo de Rodrigues Alves, em 1912.

Naquela época, embora as condições sanitárias das cidades não fossem boas, não eram tão catastróficas como as atuais.

O Aedes era um agente importado que, embora não tivesse aqui muitos predadores naturais, ainda convivia com muita vegetação que albergava aves, répteis e anfíbios que poderiam controlá-lo.

Atualmente, as cidades estão sem vegetação, com rios transformados em esgotos com inúmeras fossas que abrigam suas larvas.

Destruir as larvas apenas em domicílios é uma tarefa muito pequena.

O que o ministro talvez tenha querido insinuar é que a batalha estaria perdida por causa do baixo sanitarismo.

A má condição sanitária da maioria das cidades do país é tão grande que a Campanha da Fraternidade adotou o tema este ano.

A campanha para estimular toda a sociedade a combater as larvas do Aedes é correta, mas seria muito mais correta se fosse acompanhada em investimento no sanitarismo básico, canalizando esgotos, tratando a água, melhorando a limpeza, arborizando as cidades e reduzindo os desmatamentos.

O Aedes aegypti e as epidemias nas Américas

17/12/2015

O Aedes aegypti é um mosquito importado da África no século IXX transportado, provavelmente, por navios negreiros e se espalhou rapidamente por todo o Continente Americano.

Como acontece com toda espécie exótica animal ou vegetal, a adaptação e o alastramento para novo meio ambiente é rápida e arrasadora, e em pouco tempo espalhou a febre amarela para as Antilhas e toda Costa Leste das Américas.

No início do século XX pouco se conhecia sobre a natureza da febre amarela e sua transmissibilidade.

Por uma questão militar, Cuba era ocupada pelo exército dos Estados Unidos e muitos de seus soldados padeciam de febre amarela. Uma comissão militar, chefiada pelo Major Walter Reed, foi a Cuba para estudá-la. Lá um médico, o Dr. Carlos Finlay, já divulgava o conceito de que a febre amarela era transmitida pela picada do Aedes, mas, por ser ele nativo e alcoólatra, Walter Reed lhe deu pouca importância.

Preferiu, entretanto, recorrer à ciência, que, embora obedecesse uma metodologia perversa, não deixava de esboçar resultados.

Colocava uma série de pacientes em gaiolas para serem picados por mosquitos e outros os vestiam com roupas de infectados.

Outro grupo, embora em gaiolas, estas eram fechadas e não tinham acesso ao provável agente.

Os resultados foram surpreendentes: apenas as pessoas picadas por mosquitos adquiriam a febre amarela.

Nos dias atuais, a boa ética condenaria veementemente este experimento.

Ficou provado que a febre amarela era transmitida pelo Aedes, e, embora o agente não tivesse sido isolado, conheciam maneiras de preveni-la através do ataque ao mosquito.

Poucos, porém, acreditavam nesta teoria e a febre amarela continuava fazendo estrago pelas Américas.

A cidade do Rio de Janeiro, no governo de Rodrigues Alves, estava arrasada pela epidemia.

O presidente não hesitou em chamar Osvaldo Cruz, um brilhante sanitarista para seu saneamento.

Este médico de São Luiz do Paraitinga rapidamente, mesmo com revolta da população, resolveu espalhar inseticida pela cidade. Em pouco tempo a epidemia e o vírus foram controlados.

O Aedes, porém, como espécie exótica, bem adaptada, continua atuando, passando a albergar em sua saliva, além do vírus da febre amarela, outros vírus, como a dengue. Esta epidemia rapidamente se espalhou por todo território nacional.

E mais, abriga outros vírus que causam afecções mais benignas, como o da febre chikungunya e zika, também da África.

O zika, em particular, causa doença mais branda e afeta gestantes durante a fase inicial da embriogênese, podendo originar má formação, particularmente a microcefalia.

Comprovado este fato, houve um alerta das autoridades da saúde que chegaram a pregar soluções, desde as mulheres não engravidarem até o uso exagerado de repelentes.

Agentes de saúde e o próprio exército orientam a procurar extinguir o Aedes.

Há o perigo de que a incidência de microcefalia venha a ocorrer em caráter epidêmico sem muitas armas para a prevenção.

Acreditamos que chegou a hora de pensar e agir como fez Osvaldo Cruz no começo do século, mas não mais com inseticidas, e com maior cuidado e respeito com o meio ambiente: fazer com que o ciclo do Aedes não sobreviva.

Todos os rios transformados em esgotos abrigam as larvas, bem como a água represada. Em São Paulo, o Rio Tietê e o Rio Pinheiros com seus afluentes são grandes esgotos.

A maneira ecológica, racional e saudável de tratar as águas e toda a natureza é, inquestionavelmente, a melhor maneira de acabar com o Aedes aegypti e suas epidemias.

A crise hídrica de São Paulo e a destruição do meio ambiente
27/07/2015

Em meados do ano passado a cidade de São Paulo foi surpreendida por uma grave crise hídrica que vem se arrastando até os dias atuais. As perspectivas de longo prazo são de piora da escassez d’água visto estar iniciando o período de estiagem.

Os níveis dos reservatórios da cidade, particularmente o da Cantareira, caíram vertiginosamente e a SABESP foi obrigada a bombear água do nível morto, procurando ainda cursos d’água provenientes de áreas menos devastadas para integrá-los aos demais reservatórios.

A população da cidade entendeu a gravidade do problema e reduziu o consumo, mas em locais mais altos da periferia a água ainda não consegue chegar.

Inúmeros técnicos e entidades ambientais opinaram sobre este grave problema propondo várias soluções e todos eles são convictos que, além da procura de mais rios para engrossar os reservatórios e da redução do consumo, seria fundamental um ataque direto à causa: o abaixamento do lençol freático resultante do desmatamento.

Há uma estreita relação entre o meio ambiente e a biomassa que o integra, é o fluxo das águas.

Quando a água da chuva cai sobre a terra, segue o caminho orientado pelas raízes das árvores, até a profundidade onde se encontra em maior quantidade. Nestes locais, dependendo do relevo, formam-se as nascentes dos rios e a água segue pela força da gravidade até níveis mais baixos, formando cursos d’água.

A biomassa é, portanto, fundamental para manter este ciclo. Além de atrair as chuvas, conserva a água no subsolo, mantendo as nascentes de rios e um ambiente atmosférico úmido e favorável a novas precipitações.

O desmatamento descontrolado e perverso que ocorre desde o descobrimento chegou a seu ponto crítico. O grande aquífero da Serra da Mantiqueira que abastece todo o Sistema Cantareira não só não consegue mais suprir a cidade de são Paulo, como outros locais. O Rio São Francisco, símbolo da integração nacional, que lá também tem suas nascentes, está secando.

A crise hídrica não é, portanto, apenas de São Paulo, mas de todo o Brasil. Se não pararmos de desmatar poderemos entrar em um caos hídrico não para o abastecimento humano, mas também num caos energético e econômico, pois é a força da água que produz 70% da nossa energia.

Um investimento maciço na preservação do meio ambiente e no reflorestamento torna-se urgente e extremamente necessário e sua rápida execução deve ser pressionada por toda a sociedade.

As contrapressões para uma acomodação vêm, apenas, de setores despreparados, de ruralistas desconhecedores dos problemas da agricultura e de empreiteiras de grandes obras que preferem soluções caras a métodos naturais simples e baratos. Não vamos aguardar os extremos que podem nos levar a uma situação irreversível na quarta maior megalópole do planeta.

Vamos todos contribuir para um consumo consciente de água, um reflorestamento das matas ciliares, para a abolição completa do desmatamento, preservação de nascentes e a utilização racional do solo contra as depredações das grandes áreas para o bel prazer, sem nenhuma consideração com o semelhante e com o meio ambiente.

Digitação: dores de pescoço e ombro em pessoas inativas

20/06/2015

A cervicobraquialgia é uma síndrome dolorosa que causa mal-estar, cefaleia e dores de pescoço que atingem os ombros e antebraços. Afeta particularmente pessoas que ficam muito tempo sentadas digitando.

Recente pesquisa realizada na Dinamarca em trabalhadores de ambos os sexos mostrou que a prática da atividade física regular melhora significativamente os sintomas, sendo que 50% ficaram curados.

Tanto a cervicobraquialgia como a lombociatalgia estão entre as doenças mais observadas entre trabalhadores que realizam um trabalho sedentário.

Estimular esses indivíduos para a prática de atividade física com a finalidade de cura é prática conhecida há décadas.

Este trabalho de primeira linha com comprovação estatística realizado na Dinamarca vem corroborar este conceito.

Todas as empresas que utilizam digitadores deveriam estimular a prática da atividade física, o que certamente contribuiria para a diminuição do absenteísmo e melhora da qualidade de vida de seus funcionários.

 

ASMA: atividade física moderada melhora a crise dos asmáticos
20/05/2015

A asma brônquica se caracteriza por uma broncoconstrição, isto é, uma redução de seu calibre motivada por um processo inflamatória de sua mucosa. Este pode ser induzido por problemas alérgicos, irritantes físicos e químicos, fatores psicológicos e emocionais, e até mesmo por esforço físico. Por esta razão, até pouco tempo recomendava-se aos asmáticos que evitassem a prática de atividade física.

Recente pesquisa em portadores de asma brônquica, realizada pelo Dr. Celso Carvalho, da Universidade de São Paulo, concluiu que a atividade física moderada, isto é, a aeróbica (quando a respiração consegue aproveitar todo o oxigênio, reduz as crises de broncoespasmo em 50 % dos asmáticos.

Há décadas já se tinha conhecimento que exercícios físicos e esportes melhoravam muito o estado clínico dos asmáticos. Recomendava-se até a prática de natação e de corridas para a cura da doença. Atualmente, o método científico vem corroborar estes fatos.

Acreditamos, portanto, que a atividade física moderada melhora plenamente não só a asma, mas a maioria das doenças crônicas não transmissíveis que atualmente constituem uma verdadeira epidemia.

PLANOS DE SAÚDE: desconto para quem trata a obesidade

14/04/2015

Nos dias atuais, a obesidade é considerada uma doença crônica multifatorial induzida por causas metabólicas, socioeconômicas, psicológicas e comportamentais.

O sobrepeso tem sido uma característica das sociedades de países desenvolvidos, onde o progresso tem influído inversamente na qualidade da alimentação e de estilos de vida considerados saudáveis.

Maior oferta de alimentos industrializados alardeados pela propaganda, com alto valor nutricional e sem fibras vegetais, são constantemente ingeridos fora do ambiente domiciliar.

Todos estes fatores associados à mecanização da vida moderna que reduz o gasto energético têm levado a um aumento progressivo de doenças crônico-degenerativas, como diabetes, a síndrome metabólica, a hipertensão arterial, as cardiopatias e o câncer, para as quais a obesidade tem grande contribuição.

Para reduzir os custos de internação, exames e consultas com essas doenças, as empresas de planos de saúde vêm incentivando seus usuários a tratar a obesidade dando-lhes descontos nas mensalidades.

Tratando-se de problema de saúde pública, a obesidade e sobrepeso, que já atingiram mais de 50% da população do país, não deveriam estar apenas na mira da medicina, mas na ponta das políticas públicas de saúde.

A Organização Mundial de Saúde estimula o combate à obesidade através de uma alimentação saudável e prática de atividades físicas.

Todos nós temos o dever de recomendar esta prática aos que sofrem de sobrepeso, podendo assim evitar o progresso das doenças crônicas que lhe causarão transtornos e péssima qualidade de vida.

 

ASPECTOS HISTÓRICOS DO EXERCÍCIO FÍSICO
22/03/2015

Há relatos de que desportos, jogos e saúde já preocupavam civilizações passadas como as da Grécia e Ásia Menor. Desde a Antiguidade sempre houve plena intuição de que, para bem formar os exércitos, os soldados deveriam praticar exercícios físicos para se tornarem fortes e bons combatentes.

          Heródices, no século V - A.C., sendo médico e atleta, defendia enfaticamente uma dieta apropriada e o exercício físico como as melhores práticas para uma boa  saúde.

          Hipócrates - Pai da Medicina, também enfatizava que, para bom funcionamento de todos os órgãos, haveria necessidade de prática de atividade física.

          Galeno, médico de Pérgamo, cujos tratados “Esinatate Tuenda” (higiene) influenciaram toda a Medicina até o fim da Idade Média, descreveu em seus livros que “o exercício ou ginástica” (designação esta proveniente de ginásio onde, na Grécia Antiga, essa prática era realizada por pessoas nuas), fazia muito bem à saúde.

          Na Renascença o médico de Veneza  Jeronimus Merculiaris (1530 - 1606), publicou: “A arte de Ginástica entre os Antigos”, que afetou intensamente outras obras sobre os benefícios do exercício na saúde.

 

Publicações sobre prevenção do câncer

22/01/2015

 

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 30% das mortes por câncer são causadas por fatores de risco como obesidade, alimentação inadequada, inatividade física, tabagismo e uso abusivo do álcool.

Esses fatores de risco seriam, portanto, semelhantes aos das doenças crônico-degenerativas do adulto, intimamente ligados a hábitos e estilo de vida inadequados, associados ao desrespeito ambiental.

O combate a estes fatores de risco constitui uma estratégia fundamental para a prevenção do câncer, devendo incluir ações informativas e de enfrentamento, abrindo assim caminho para mudança de comportamento e hábitos de vida mais saudáveis.

Nestas últimas semanas duas publicações envolvendo estudos sobre prevenção destas doenças foram lançadas e seria interessante todos nós fazermos uma grande reflexão sobre seus conteúdos.

Uma delas, Prevenção do Câncer, do cancerologista Roberto Gomes, aborda a questão da prevenção do câncer embasada na metodologia científica e da atualização de conhecimentos sobre todas as suas formas.

A outra, O Doente Imaginado, do cardiologista Marco Bobbio, filho do filósofo Norberto Bobbio, conclui que os tratamentos preventivos são falíveis, receitando um estilo de vida equilibrado, que não prive as pessoas dos prazeres à mesa. “Meu pai dizia que o homem de cultura é aquele que valoriza a dúvida”, afirma Marco Bobbio.

Estilo de vida equilibrado deve sempre ser prescrito e a dúvida sempre deve fazer parte de todo o raciocínio humano.

Entretanto, deixar de alertar veementemente os pacientes sobre certos riscos incontestáveis para as doenças como associação tabagismo-sedentarismo constituiria um fato estranho até para os leigos, pois, na atualidade, o conhecimento científico, o bom senso e até a própria intuição respaldam todas as ações preventivas para as doenças, como são pregadas pela Organização Mundial de Saúde.

 

APOIO AOS VETERANOS

26/12/2014

A Associação Atlética Veteranos de São Paulo - AAVSP - foi fundada em 19 de dezembro de 1943 em plena Segunda Guerra Mundial por um grupo de atletas que, com todas as dificuldades, resolveu enfrentar os desafios em uma época em que o conhecimento científico ainda não tinha noção dos benefícios físicos e mentais proporcionados pela prática da atividade física.

Esse grupo era composto por esportistas amadores que nunca receberam incentivo ou auxílio algum. Na maioria eram trabalhadores que resolveram prosseguir em suas práticas esportivas, numa sublime demonstração de que o estilo de vida ativo é essencial para o ser humano, tanto para seu próprio bem como para o bem comum.

Atualmente o avanço da medicina reconhece plenamente que a prática regular de atividade física é de fundamental importância para inúmeras doenças físicas, mentais e até neoplásicas.

Entretanto, a Associação de Veteranos, apesar de reconhecida como entidade de utilidade pública, não tem recebido o devido apoio que mereceria.

Seus atletas não têm incentivo oficial, possuem poucos recursos para participar de grandes competições, lutando com toda a dificuldade para promover eventos que beneficiam toda a população.

As entidades públicas preferem mais patrocinar atividades esportivas que chamam mais a atenção da mídia e de empresas que visam apenas o lucro.

Esperamos que a população se sensibilize e passe a apoiar  quem realmente luta pelo esporte e atividade física na terceira idade pois sua prática é fundamental para manter uma boa saúde e qualidade de vida.


 

Idoso ativo e políticas públicas de prevenção

22/12/14

Recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre hábitos de brasileiros que podem ser causadores de fatores de risco para doenças crônico degenerativas mostra que houve algum avanço em relação ao tabagismo – diminuição de 18% para 15 % –, mas o sedentarismo continua em ascensão – praticamente 50% da população.

Outros fatores como abuso do álcool (24%), sobrepeso (51%) e obesidade (20%) continuam bastante preocupantes.

O sedentarismo e o tabagismo, principais fatores de risco para doenças crônicas (e também para o câncer), poderiam sofrer forte diminuição tanto com a ajuda da mídia – que deveria enaltecer hábitos saudáveis – como de certas empresas produtoras de bens de consumo – que deveriam observara melhor a questão ética sobre a saúde das pessoas.

Não contribui para o bem-estar da população enfatizar o consumismo em busca do lucro deixando de lado hábitos saudáveis.

Caminhar, ter uma alimentação saudável e manter um peso adequado é bem melhor do que abusar do automóvel, exagerar nas calorias alimentares e nas bebidas, pois levam à obesidade.

A longevidade da população vem aumentando ano a ano no Brasil. Mas se persistirem esses dados do IBGE, as pessoas poderão ter um aumento da expectativa de vida, mas não de sua qualidade.

Serão invariavelmente portadoras das mais variadas doenças crônico degenerativas, que poderiam ser prevenidas pelo simples método de evitar seus fatores de risco.

 

Idoso ativo e políticas públicas de prevenção

23/11/14

O envelhecimento é processo complexo que envolve uma interação de fatores que determinam diminuição e modificação de estruturas funcionais no organismo.

   O aumento da idade não significa implantação de doença, mas apenas alteração de capacidade funcional que pode ser facilitada por inúmeros fatores de risco como sobrepeso, obesidade, alimentação não saudável e particularmente sedentarismo.

O aumento contínuo da população idosa no Brasil necessita não só de implemento de uma medicina preventiva rigorosa, mas principalmente de políticas públicas voltadas para a prevenção e qualidade de vida do idoso.

O contínuo crescimento das cidades tem como consequência a diminuição de espaços favoráveis para a prática da atividade física e de lazer. Este fato associado a problemas sociais como violência urbana elevada, jornada de trabalho e facilidades tecnológicas favoreceram a adoção de hábitos sedentários.

O sedentarismo é reconhecido mundialmente como o principal fator de risco para as doenças, inclusive as neoplásicas.

Portanto, vemos com bons olhos a implantação de políticas públicas direcionadas principalmente para prevenção, tanto para a qualidade de vida da população idosa como para a diminuição de gastos com saúde.

 

4 bilhões com sobrepeso no mundo e 700 milhões com obesidade

25/10/14

Recente divulgação de dados da Organização Mundial de Saúde revela que a humanidade é composta por 7,5 bilhões de pessoas, sendo que mais da metade, 4 bilhões, apresenta sobrepeso, e 700 milhões, obesidade.

O IMC, índice de massa corporal, é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado, ou seja, IMC = peso/altura2. Sobrepeso é o resultado entre 25 e 30. Obesidade é o resultado maior do que 30.

No Brasil, a população de 202 milhões é composta por 52% de pessoas com sobrepeso, semelhante ao índice mundial.

A obesidade é considerada doença e pode vir acompanhada de hipertensão, diabetes, cardiopatias, e é considerada fator de risco para doenças neoplásicas.

É inquestionável o conceito de que para diminuir a obesidade há necessidade fundamentalmente de duas coisas: prática de atividade física e diminuição de ingestão calórica.

O tratamento agressivo da obesidade por meio de cirurgias e utilização de drogas para obter efeito imediato apresenta riscos e pode não surtir efeito a longo prazo, pois não combate a causa.

Parece haver passividade da política governamental na prevenção e controle da obesidade, permitindo que interesses econômicos agravem a saúde da população.

Assim, diante disso, todos nós temos o dever de divulgar os avanços do conhecimento científico que recomenda hábitos saudáveis e a prática da atividade física para combater a epidemia de obesidade.

 

Mega-trials confirmam benefícios, mas não dispensam cuidados para praticar atividade física

09/09/14

Recentemente, várias universidades de todo o mundo têm realizado estudos para avaliar a prática de atividade física como forma de terapia para várias disfunções orgânicas. Surgiram inúmeras publicações científicas e todos os artigos concluíram por resultados positivos dessa prática na melhora de várias doenças.

Palestras de cardiologistas chegaram a afirmar que a atividade física moderada seria benéfica até para a própria insuficiência cardíaca.

Atualmente a medicina de maior valor é a medicina baseada em evidências. É bastante cética a avaliação somente através de metanálises. Todas as publicações científicas dão grande valor às pesquisas que envolvem grande número de indivíduos (“mega-trials” – pesquisas de primeira linha) cujas análises estatísticas são irrefutáveis.

Todos nós acreditamos plenamente que a atividade física seja benéfica para a saúde e este conceito vem intuitivamente desde a antiguidade.

Entretanto, para muitas situações como para insuficiências graves de órgãos, para que seja exercida deve ser moderada e bem acompanhada.

 

Simples mudanças reduzem riscos de neoplasias

31/08/14


Recente artigo da renomada revista inglesa The Lancet revelou pesquisa realizada no Reino Unido com participação de quase 5% da sua população, concluindo que existe estreita relação entre sobrepeso, obesidade e câncer.

O trabalho é de excelente qualidade pois, além de envolver uma metodologia rigorosa, constitui uma pesquisa de primeira linha pelo grande número de indivíduos envolvidos, tornando seus resultados inquestionáveis.

A Organização Mundial de Saúde considera a obesidade o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, depois do tabaco.

Os principais tumores envolvidos seriam os de mama, intestino, próstata e leucemia.

Vale lembrar que trabalhos semelhantes de menor envergadura apontam também o sedentarismo – particularmente o sedentarismo absoluto – como fator de risco para o câncer e para doenças degenerativas.

Portanto, a associação obesidade/sedentarismo está se tornando a grande vilã de nossos dias, levando a doenças neoplásicas e degenerativas e a uma péssima qualidade de vida.

Não sugerimos mudanças radicais no estilo de vida. Pesquisas recentes apontam que simples mudanças qualitativas da alimentação, caminhadas diárias e práticas moderadas de exercícios físicos melhorariam significativamente a qualidade de vida e reduziriam muito os riscos de câncer.

 

Atividade física é pregada desde a antiguidade

17/08/14

Platão, filósofo grego (427 a.C. – 347 a.C.) pregava em suas lições: “A falta de atividade destrói a boa condição de qualquer ser humano, enquanto que o movimento e o exercício físico metódico o salva e o preserva”.

Maimonides declarou: “Viva sensatamente – entre mil pessoas apenas uma morre de causas naturais, o resto sucumbe a modos irracionais de viver”.

Os pensadores antigos, portanto, já sabiam que a vida sedentária, a alimentação copiosa e o abuso de bebidas alcoólicas eram prejudiciais à saúde. No século XXI a ciência comprovou estas verdades.

A vida sedentária, a falta de movimentação de músculos, a obesidade e o sobrepeso, a alimentação inadequada repleta de gorduras e proteínas animais e sem fibras, o estresse, o abuso do álcool e tabaco e a poluição ambiental são todos fatores de risco, particularmente da vida urbana moderna, que estão conduzindo para uma epidemia de doenças crônicas não transmissíveis e uma péssima qualidade de vida.

As facilidades obtidas com a modernidade, como a mecanização, nos proporciona menor trabalho muscular com prejuízo para a saúde.

Sempre se soube que o movimento, e não o repouso, é o maior inimigo das doenças.

Isto motiva para frequentar academias, correr, pedalar nos fins de semana e praticar várias modalidades esportivas.

Entretanto, nos deparamos com a falta de incentivo, de empenho das autoridades e de espaços públicos para práticas saudáveis.

Faltam, portanto, políticas públicas de incentivo à medicina preventiva, ao esporte amador e campanhas esclarecedoras sobre as inconveniências da inatividade e das facilidades da vida moderna, como o automóvel.

Se não houver mudanças evoluiremos para uma epidemia de obesidade, de doenças crônicas e neoplásicas, doenças essas que podem ser prevenidas pelo simples bom senso e sem custo algum.

 

Santa Casa e o caos no sistema de saúde

25/07/14

O recente fechamento do Pronto Socorro da Santa Casa de São Paulo foi o demonstrativo da evidência de que o atendimento médico nas instituições filantrópicas se encontra abarrotado e sem recursos.

As Santas Casas foram as primeiras instituições portuguesas de assistência humanitária nas colônias.

A primeira no Brasil foi a Santa Casa de Santos e logo se espalharam por todo o país e por 500 anos foram os mais atuantes e eficientes hospitais mantidos por sociedades beneficentes privadas.

No século XXI, o aumento da expectativa de vida, da violência e das epidemias modernas de doenças crônicas não transmissíveis superlotou o atendimento dessas entidades, que passaram por graves crises econômicas.

O atendimento dos convênios médicos, que têm por fim apenas o lucro, se tornou extremamente caro e com baixa resolutividade.

O atendimento global do cidadão – preventivo e curativo – deixa a desejar.

A Organização Mundial de Saúde preconiza que todo o atendimento deve ser integralizado e programas de prevenção das doenças devem ser estimulados, tanto pelos governos como por entidades.

O conhecimento científico moderno orienta para práticas simples e sem custos, como prática de atividade física, controle do peso, abandono do tabaco e alimentação saudável, que são fundamentais para a prevenção de doenças degenerativas e mesmo neoplásicas.

Com aumento da longevidade, se tais práticas não forem realmente efetivadas, poderá ocorrer um colapso em todo o sistema de saúde.

O que ocorreu na Santa Casa foi apenas um alerta.

As práticas para uma vida saudável beneficiam não somente a pessoa, mas o sistema de saúde de uma nação.

 

Emagrecer de forma fisiológia sem inibidores anfetamínicos

18/07/14

Em breve a venda de inibidores do apetite como a sibutramina pode ser liberada no país. Depois de passar pela Câmara dos Deputados, a Comissão de Justiça e Cidadania do Senado também aprovou o projeto que libera o uso de anfetaminas para provocar o emagrecimento.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu sua venda desde 2011 alegando grande prejuízo à saúde, como desenvolvimento de hipertensão, surtos psicóticos, agudização de cardiopatias, acidente vascular cerebral e até morte súbita.

As anfetaminas provocam no organismo um mal-estar geral, um quadro de constante alerta, taquicardia e grande consumo energético.

Em síntese, um estado constante de catabolismo a fim de queimar as gorduras sem necessidade de trabalho muscular.

Provocam, portanto, em todo o organismo um estado antifisiológico envolvendo riscos para todos os órgãos com graves alterações da homeostase.

Seus riscos são enormes e até a imprensa tem registrado vários casos fatais por seu uso indiscriminado.

Os congressistas alegam, para a liberação dos anfetamínicos, que a obesidade já ultrapassou os 50% da população, constituindo verdadeira epidemia e atinge mais a população de baixa renda que não tem condições de seguir um tratamento médico adequado.

Nós somos francamente a favor da ANVISA.

A obesidade é doença multifatorial e envolve vários aspectos em seu tratamento.

Sem dúvida, o aumento do gasto energético é fundamental, mas não de forma antifisiológica com a utilização de anfetaminas.

Uma dieta com alimento de baixo potencial energético como cereais, frutas, verduras e a prática de exercícios físicos é fundamental para o sucesso.

Nem há necessidade de frequentar academias. Prática de trabalhos domésticos diários, pouca utilização do automóvel e elevadores e, quando possível praticar longas caminhadas e exercícios abdominais, dentro dos limites, contribuem para um sucesso rápido.

Acreditamos que todos saberão apreciar estas ponderações evitando, desta maneira, risco para a saúde, sem necessidade de utilizar medicamentos condenados pela maioria das agências de vigilância nacionais e internacionais.

 

 

 

Causadores do câncer e precaução

16/07/14

Nestas últimas décadas o avanço científico praticamente detectou a maioria dos fatores de risco para o câncer: tabaco, sedentarismo, obesidade, sobrepeso, alimentação gordurosa com poucas fibras, poluição ambiental, abuso do álcool e outras drogas.

Seriam, portanto, fatores de proteção: atividade física, alimentação saudável rica em fibras e verduras, peso normal e tranquilidade longe do estresse e fortes emoções.

Além do mais, avanços na terapia como o tratamento personalizado quimioterápico e novas descobertas têm melhorado muito o prognóstico e a qualidade de vida de portadores de doenças neoplásicas.

Para melhor alertar a população sobre o câncer um grupo de médicos tem colocado um site disponibilizando sempre informações atualizadas sobre a prevenção da doença.

Sempre lembrar aos praticantes assíduos de atividade física que talvez seja ela um dos melhores fatores de prevenção do câncer.

Tabagismo e sedentarismo estão associados a quase todas as doenças neoplásicas.

Os conhecimentos científicos convergem, portanto, cada vez mais que um estilo de vida ativa e saudável com prática de atividade física e abstenção de álcool e tabaco seriam as melhores formas de evitar o câncer.

 

Mais programas para a prevenção de doenças crônicas

10/07/14

Dados recentes divulgados pela Organização Mundial de Saúde apontam que as doenças crônicas não transmissíveis continuam aumentando na população mundial apesar de já bem conhecidas suas causas e fatores de risco.

Por outro lado, a expectativa de vida continua subindo nos países em desenvolvimento.

Há previsão que, no Brasil, na metade deste século haja uma mudança na pirâmide etária, mas a qualidade de vida dos idosos não tem melhorado.

Apesar do avanço do conhecimento nestas últimas décadas que tem respaldado os métodos de prevenção dessas doenças: atividade física, alimentação saudável, peso adequado, abandono do tabaco e do álcool, diminuição da poluição ambiental, as vozes da ciência não ecoam.

O índice de obesidade da população já ultrapassou os 50% com aumento progressivo de 2% ao ano.

A população continua cada vez mais sedentária, abusando do automóvel e vivendo trancada em seus apartamentos.

A falta de espaços públicos, ausência de incentivo a uma prática saudável de vida, não incentivo ao esporte amador, falta de políticas públicas para exercitar jovens e idosos a praticar atividade física e propaganda exagerada sobre o consumo de alimentos não saudáveis ajudam este quadro.

Esperamos que as entidades esportivas, culturais, de corredores, de programas para a terceira idade tenham mais iniciativas e tentem a reversão deste quadro desolador que pode levar até a um colapso do sistema de saúde.

 

Os gastos da copa e o incentivo ao esporte amador

08/07/14

 O futebol foi trazido ao Brasil pelos ingleses no final do século retrasado e rapidamente se difundiu entre a população tornando-se a principal atividade esportiva nacional.

Podemos dizer que o mesmo ocorreu em outros países da América Latina e Europa, mas aqui, em particular, sua aceitação foi excepcionalmente maior, tornando o Brasil o grande campeão mundial com louváveis méritos.

Como acontece nas grandes práticas esportivas, ocorre o profissionalismo, que está estreitamente ligado à atividade comercial, ao patrocínio das empresas multinacionais e mesmo à propaganda política.

Os grandes gastos com esta copa no Brasil foram um exemplo disso que marcaram uma bela festa, mas pecaram pelo exagero.

Se pequena quantidade das verbas fosse destinada ao esporte amador, ao incentivo da prática da educação física em todas as idades e infraestrutura necessária para esta prática, temos certeza que em poucos anos haveria atletas mais bem preparados e uma população muito mais saudável.

Hoje em dia há respaldo da ciência para incentivar a prática de atividade física regular por todas as pessoas de todas as idades para promoção da saúde.

Isto, porém, não ocorre não só por uma questão cultural, mas principalmente por falta de estímulo e infraestrutura montada para sua prática. A falta de espaços públicos adequados, de áreas verdes e de quadras de esporte desestimula as pessoas e faz com que fiquem trancadas em seus apartamentos e só utilizem o automóvel no trânsito congestionado das grandes cidades.

Isso estimula o sedentarismo e com ele vem a obesidade e todas as doenças crônicas não transmissíveis, atualmente a principal causa de morte no mundo ocidental.

Esperamos que haja bom senso e o esporte amador e a prática regular de atividade física sejam melhor considerados pelos governos, pois assim teremos menos superlotação em ambulatórios e menos leitos ocupados em hospitais.

 

Atividade física para todos

30/06/14

Nestas últimas décadas têm ocorrido, não só no Brasil, mas também nos principais países industrializados, fenômenos de vida e de saúde que vêm preocupando autoridades sanitárias desses países, a Organização Mundial de Saúde e inúmeras sociedades médicas, esportivas e educacionais que visam a prática do bem e bem-estar da população.

A expectativa de vida das pessoas vem aumentando exponencialmente, já tendo ultrapassado os 74 anos. Isto não significa que a qualidade de vida tenha acompanhado este fenômeno, muito pelo contrário.

As doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, cardiopatias, constituem praticamente uma epidemia e, embora seus fatores de risco sejam bem conhecidos (sedentarismo, obesidade, alimentação não saudável, tabagismo, alcoolismo, estresse) não há políticas públicas eficientes para combatê-los.

O sobrepeso e a obesidade já ultrapassaram a metade da população e, ano a ano, o número de obesos, e consequentemente de doentes, vem crescendo.

Resta ainda lembrar que a poluição e a falta de espaços públicos das grandes cidades desestimulam qualquer atividade e fazem com que as pessoas fiquem trancadas em apartamentos ou deem preferência ao automóvel, levando ao sedentarismo.

Se a sociedade civil não se mobilizar, toda a população terá pior qualidade de vida.

Diante desse quadro desolador propomos como solução que a sociedade se mobilize e que sejam incentivadas e realizadas atividades físicas para todos, preferencialmente gratuitas.

 

 

Obesidade no Brasil estabilizou em 2013

16/06/14

Recentes estatísticas divulgadas pelo Ministério da Saúde apontaram que, no ano passado, o número de obesos no Brasil não aumentou e se estabilizou em 17,5%.

O próprio Ministério da Saúde comentou que a razão dessa estabilização decorre do aumento da prática de atividade física e do consumo de frutas e verduras.

De fato, o Ministério está correto, mas não de que este aumento da atividade física e de uma alimentação saudável tenha sido resultante de incentivo governamental.

Entidades médicas, professores de Educação Física, associações de corredores de rua, nutricionistas e a própria imprensa têm sido os principais responsáveis por mudanças do estilo de vida da população, divulgando princípios oriundos mais da ciência do que da propaganda que alerta sobre os males da obesidade e sobre as maneiras simples de combatê-la.

Todas as entidades civis que lutam por uma melhor qualidade de vida merecem os méritos na estabilização dessa doença.

É um trabalho contra a correnteza que alerta sobre os males da vida moderna que endeusa o trabalho mecânico, o automóvel, o repouso e todo e qualquer tipo de sedentarismo, além de alimentos industrializados de alto teor calórico e baixo valor nutritivo.

Todo esse trabalho que se fundamenta no método científico que considera a atividade física e a alimentação saudável como os principais marcos para manter o peso ideal e combater a obesidade deve continuar a fim de realmente estabelecer uma boa qualidade de vida.

 

Os males da vida sedentária

12/05/14

O termo sedentário significa indivíduo que passa muito tempo sentado. Atualmente é interpretado como pessoa pouco ativa, que se exercita muito pouco e que mantém hábitos induzidos pelo conforto da vida moderna.

O avanço tecnológico fez com que o ser humano exercite cada vez menos seus músculos e reduza grandemente seu gasto energético diário.

Dados estatísticos da maioria dos países apontam que aproximadamente 70% têm uma vida sedentária. Isto supera até o tabagismo em níveis de maleficência à saúde, visto que o tabaco é considerado o maior causador de doenças evitáveis da história da humanidade.

É considerado pela Organização Mundial de Saúde e pela American Heart Association como um dos quatro principais fatores de risco para a aterosclerose, no mesmo patamar que a hipertensão arterial e o tabagismo.

Estudos científicos destas últimas décadas são inquestionáveis e apontam que o sedentarismo seria o principal responsável pelas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) que atualmente são as principais causadoras de morte no mundo industrializado.

Por outro lado, todas as organizações médicas mundiais apontam que a prática de atividade física previne a maioria das doenças cardiovasculares, as degenerativas, a morte súbita e até o próprio câncer.

Além do mais, teria efeitos positivos sobre a autoestima do indivíduo, o desempenho no trabalho e o desuso de álcool e tabaco.

 

Atividade física previne DCNT

27/04/14

            Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) já são responsáveis por quase 70% das mortes em todo o mundo.

            No Brasil, as DCNT seguem padrão semelhante, destacando-se as doenças cardiovasculares com 35% de óbitos, segundo informações do Sistema de Informações de Mortalidade.

            Essas doenças têm um forte impacto na qualidade de vida dos indivíduos afetados, causando piora na qualidade de vida e efeitos econômicos para a família e sociedade.

            Por serem de etologia múltipla, torna-se difícil definir claramente suas causas, mas é possível identificar diversos fatores de risco classificados como não modificáveis – sexo, idade, herança genética e comportamentais – sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool, alimentação não saudável e sobrepeso, entre outros.

            Nós, dentre os fatores de risco comportamentais, insistimos particularmente na questão do sedentarismo, visto que a prática regular de atividade física tem também impacto fundamental positivo sobre os fatores psicossociais condicionantes das DCNT como melhora do convívio social, redução da violência e melhor disposição para o trabalho.

            Se as políticas públicas de promoção da saúde não conseguem reduzir estes fatores de risco da população, resta o desafio para todos nós de incentivar a prática de atividade física para toda a população e desestimular o tabagismo e abuso do álcool e drogas, pois só assim ajudaremos a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

Atividade física para adolescentes

12/04/14

            A educação física constitui matéria obrigatória em todas as escolas, mas nem sempre é praticada com regularidade por múltiplos motivos, entre eles, a falta de professores, infraestrutura precária, mas principalmente por pouco interesse dos alunos.

            Pesquisa de médicos americanos com 11.000 adolescentes concluiu que aqueles que mais praticaram esporte e educação física tiraram as melhores notas e não assumiram comportamento de risco, como uso de drogas.

            Aqueles que praticaram pouco ou não praticaram não tiraram notas boas e muitos causaram problemas familiares.

            Cálculo estatístico sobre todos os efeitos positivos e negativos na escola e em família eram incontestáveis para concluir que a prática regular da educação física exercia um efeito positivo educacional, psicológico e de convivência familiar sobre os alunos.

            Este estudo não constitui novidade, pois está comprovado cientificamente há décadas que a prática esportiva diminui a agressividade, melhora o desempenho escolar e no trabalho de todos os jovens.

            Portanto, insistimos em recomendar a prática de atividade física não só na adolescência, mas em todas as idades para melhora da saúde e qualidade de vida.

 

Sedentarismo: grande fator de risco para doenças

27/03/14

            Pesquisa recente desenvolvida na Austrália com mais de 8.000 indivíduos considerados totalmente sedentários, observados por um período de 10 anos, concluiu que 15% desenvolveram câncer, e a maioria desenvolveu doenças degenerativas crônicas como diabetes, hipertensão e artrose.

            Em um grupo de controle menos sedentário, que caminhava ao menos 15 minutos por dia, houve pouco aparecimento de doenças crônicas.

            O simples fato de andar diariamente livra os indivíduos de ficarem doentes.

            Há um consenso de que o sedentarismo absoluto é um grande fator de risco para a maioria das doenças.

            Reconhecemos plenamente que em nossa cidade há poucas condições para vida mais saudável.

            Ela nos obriga ao abuso do automóvel, a respirar ar poluído, a utilizar elevadores e nos afasta de caminhadas porque o espaço público privilegia apenas o transporte individual.

            Embora as práticas saudáveis como a atividade física e o esporte sejam atividades estimuladas por entidades públicas, o favorecimento a fatores opostos é inequívoco.

            Se dia a dia a ciência recomenda cada vez mais a prática de atividade física, a sociedade parece caminhar em sentido contrário.

            E aí estão os resultados: 51% da população tem sobrepeso e o número de doenças crônicas não transmissíveis vem aumentando progressivamente.

            Necessitamos, portanto, reagir: ter um pouco de boa vontade e colocarmos mais nossos músculos em ação, pois é esta prática que nos deixa mias fortes e mais saudáveis.    

 

Síndromes dos “Is” e falta de empenho das autoridades

09/03/14

O aumento progressivo da expectativa de vida, tanto no Brasil como nos principais países do mundo, estimulou estudos sobre o conhecimento do processo de envelhecimento.

Os tratados de geriatria têm enfatizado a importância da prevenção dos principais aspectos em comum das síndromes geriátricas representadas pelos “Is”: insuficiência (comprometimento da visão e da audição), incontinência, inanição (desnutrição), instabilidade (quedas), isolamento (depressão), insônia, insuficiência de fundos (pobreza) iatrogênese (medicação).

Entretanto, torna-se importante reconhecer e reparar as doenças do processo fisiológico do envelhecimento.

As disfunções de órgãos que ocorrem nessa faixa etária facilitam a instalação de debilidades causadas pelas agressões do meio ambiente: mecânicas, físicas, químicas, biológicas e sociais.

Torna-se, portanto, fundamental orientar as pessoas sobre todos os fatores de risco que poderiam desencadear doenças.

Nessas últimas décadas, o método científico endossou plenamente o conceito milenar de que o estilo de vida saudável seria a melhor maneira de desacelerar as disfunções do envelhecimento, evitando assim as doenças.

Prática de atividade física, alimentação adequada tanto quantitativa como qualitativamente (pouca gordura, muitas frutas e verduras), abandono do tabaco e do álcool, controle do peso corporal, atuação sobre o estresse, entre outras, são práticas que poderiam prevenir todas essas síndromes dos “Is”.

Numa maratona que fiz em Curitiba, conheci um grupo de atletas, todos com mais de 80 anos, que me disseram que não sabiam o que era doença, e todos eram adeptos dessas práticas saudáveis.

O que falta seria um maior empenho das autoridades da saúde na divulgação desses conceitos e na criação de programas que estimulem sua prática.

Ateroesclerose

25/02/14

A ateroesclerose representa o evento patológico inicial das doenças cardiovasculares.

As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de óbito nos países industrializados, notadamente por suas complicações como infarto cerebral e infarto agudo do miocárdio.

A característica marcante da ateroesclerose é o acúmulo progressivo de lipídios e células inflamatórias nas artérias, provocando as mais variadas complicações em todo sistema cardiovascular.

Fatores de risco genéticos e ambientais influenciam fortemente o surgimento da ateroesclerose.

Os fatores modificáveis que representam a expressão do fenótipo passível de intervenção e prevenção incluem a hipertensão arterial, hiperlipidemia, tabagismo, sedentarismo, sobrepeso, diabetes melitus.

Os fatores não modificáveis representados pelo genótipo, não passíveis de prevenção, constituem o envelhecimento, histórico familiar e anormalidades genéticas do metabolismo.

Portanto, a prevenção da ateroesclerose se resume na atuação no fenótipo, isto é, nos fatores ambientais, controle do peso, atuação na hipertensão e diabetes, combate ao sedentarismo, evitar tabaco, manter uma alimentação balanceada e pobre em gorduras animais.

Fator muito importante é manter um estilo de vida ativo, com dieta balanceada, evitando sobrepeso, álcool e tabaco.

Ressaltamos que a prática da atividade física combate ao mesmo tempo o diabetes, a hipertensão, o sobrepeso, o estresse.

Reconhecemos que a vida moderna estressante e mecanizada não ajuda nesse sentido.

Orientamos, porém, superar todas as adversidades sociais e tentar manter um estilo de vida ativo e saudável, pois, além de melhorar a qualidade de vida, evitará mal-estar, doenças e risco de morte súbita.

Epidemia de diabetes pode ser controlada

10/02/14

O diabetes mellitus é um dos mais importantes problemas de saúde pública da atualidade, afetando pelo menos 3% da população mundial.

Vem aumentando progressivamente e no tocante à sua forma mais prevalente – a do tipo II – há estimativa que em 2030 venha a afetar 400 milhões de pessoas.

Esta evolução está atrelada ao aumento da obesidade e sedentarismo, os quais já atingiram proporção epidêmica.

Por este motivo, pesquisadores de todo o planeta vêm desenvolvendo trabalhos irrefutáveis que comprovam as evidências médicas e alertam a população sobre estes graves fatores de risco.

Trabalho recente da renomada Universidade de Harvard – um mega-trial – com 100 mil mulheres seguidas por 8 anos, portanto pesquisa de primeira linha, concluiu que cada kg perdido aumenta consideravelmente a chance de não desenvolver diabetes.

O trabalho enfatizou ainda que não há necessidade de frequentar academias: basta o aumento de atividades como caminhar, correr e trabalhos domésticos.

No Brasil, mais de 50% da população está acima do peso e a epidemia de diabetes poderá assumir proporção incontrolável.

Assim, a prática da atividade física é essencial para controlar o diabetes e proporcionar saúde e qualidade de vida.

Câncer aumenta mas fatores de risco não são evitados

08/02/14

    A Organização Mundial de Saúde revelou recentemente o número total de pessoas do planeta que faleceram por câncer em 2013: mais de 14 milhões.

    Elas se concentraram mais em países em desenvolvimento da África, Ásia e América Latina.

    O órgão mais envolvido foi o pulmão, seguido por mama, intestinos e próstata.

    Os especialistas argumentaram que a razão para o grande crescimento das doenças neoplásicas nesses países teria sido a falta de prevenção, não atacando os principais fatores de risco: o binômio cigarro e álcool para o câncer de pulmão, esôfago, base da língua e estômago; e a associação sedentarismo e obesidade para o câncer de mama.

    Fatores como dieta não balanceada, poluição ambiental e estresse poderiam ser afastados com esclarecimento e orientação.

    O tabaco é considerado o maior causador de doenças evitáveis de toda a história e um dos mais graves problemas de saúde pública.

    Cabe ressaltar que o sedentarismo é considerado o segundo maior fator de risco para todas as doenças por muitas entidades médicas.

Portanto, para prevenir doenças neoplásicas, deve-se optar por um estilo de vida saudável, ingerir alimentação balanceada rica em frutas e verduras, manter um peso adequado, evitar o tabaco.

Manter um estilo de vida ativa, praticando atividade física ainda nos liberta do estresse, das substâncias entorpecentes, evita que sejamos violentos e nos dá tranquilidade e qualidade de vida

Novos estudos sobre obesidade

16/01/14

No início deste século alguns estudos supunham que o sobrepeso e a obesidade não ofereciam riscos, contudo os exames clínicos e laboratoriais dos pacientes – pressão arterial, circunferência abdominal, colesterol, entre outros, – estavam dentro da faixa de anormalidade.

Importante pesquisa realizada no Canadá, coordenada por Caroline Kramer, publicada em dezembro de 2013, no Annals of Internal Medicine, concluiu que ninguém acima do peso pode ser considerado saudável.

O trabalho de primeira linha – um mega-trials de revisão com mais de 60 mil pacientes – obedecendo todos os melhores critérios das evidências médicas aponta que 1/4 dos obesos têm maior chance de morrer de infarto, ou derrame cerebral, quando comparados com magros.

É sabido que o excesso de peso, além de estar relacionado com essas doenças cardiovasculares que provocam a morte, tem estreita relação com o diabetes, câncer e osteoartrite.

O adipócito – célula gordurosa – em certas circunstâncias, pode ocasionar problemas.

Orientamos que não há milagres: para reduzir o peso devemos fazer com que o adipócito, ao invés de produzir substâncias tóxicas, se transforme em energia, e isso só é possível através da prática da atividade física.

  

Suplementos vitamínicos – evidências excluem sua utilidade como efeito terapêutico

26/12/13

Recente pesquisa dos serviços de saúde dos Estados Unidos sobre suplementos vitamínicos concluíram que estes não têm efeito algum sobre a prevenção do óbito e do câncer e sobre o melhor desempenho do sistema cardiovascular.

Durante anos persistiu o conceito de que a falta de microelementos na dieta favoreceriam a instalação de doenças neoplásicas e prejudicariam o desempenho do coração.

As evidências atuais concluem que o sedentarismo e uma dieta não balanceada seriam os principais responsáveis pela instalação dessas doenças.

Hoje há unanimidade entre estudiosos de que a prática regular de exercícios físicos e uma dieta rica em frutas e verduras poderiam evitar tanto o câncer como as doenças cardiovasculares.

Deixamos aqui a orientação para que as pessoas que desejam melhorar sua qualidade de vida e queiram prevenir-se de neoplasias e cardiopatias não procurem fórmulas milagrosas e sigam a orientação baseada nas evidências médicas, que orientam para um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e prática de atividade física.

 

Obesidade e câncer de mama

01/12/13

A renomada revista “Science” publicou recentemente um artigo sobre um trabalho experimental que concluía haver estreita associação entre a obesidade e o câncer de mama.

O motivo seria que metabólitos do colesterol alimentariam a formação de células neoplásicas.

Já se sabia há décadas que um dos fatores de risco para o câncer de mama seria a obesidade, com conclusões extraídas de observações estatísticas.

Este trabalho foi muito importante, não só porque se trata de uma pesquisa experimental, como também porque suas conclusões podem englobar outros tipos de câncer, como de endométrio e de colo. Além disso, os pesquisadores ressaltaram que não se trataria apenas da obesidade como causa, mas principalmente seus fatores – o sedentarismo e uma alimentação não saudável.

No momento em que a população brasileira é constituída de 50% de indivíduos com sobrepeso e 20% com obesidade, este trabalho deve merecer particular consideração.

    Portanto, a prática de atividade física regular em mulheres de qualquer idade deve ser considerada um fator preventivo importante para o câncer.

Além disso, alimentação saudável rica em fibras e pobre em gorduras associada a um estilo de vida ativo ajuda, sem dúvida, a prevenir não só o câncer, como também doenças degenerativas não transmissíveis que afetam todas as pessoas e que já podem ser consideradas epidêmicas.

 

Compressão de morbidade

28/11/13

Todo ser vivo, incluindo os humanos, ao ser concebido possui seu maior potencial biológico, e esse potencial vai decrescendo lentamente ao longo da vida, até ocorrer uma total inviabilidade.

Este ponto é muito variável e depende essencialmente das influências do meio ambiente, ou seja, fenótipo.

O homem, portanto, ao longo do envelhecimento não deveria ficar doente, mas ter apenas uma perda progressiva de função de seus órgãos.

As doenças advêm das agressões do meio ambiente – física, química, mecânica e social.

Se não há agressão, não há patologia (do grego patos = doença, sofrimento). O que ocorre no envelhecimento quando não há agressão é apenas perda da potencialidade vital das células.

Quando há grande disfunção e as agressões se tornam inevitáveis, ocorre a morbidade (do latim morbis = doença).

A compressão da morbidade – isto é, seu retardo – só pode ser conseguida através de um estilo de vida saudável.

Fatores agressivos como tabaco, vida sedentária, alimentação copiosa e com muita gordura, situações de estresse, impactos ambientais negativos e situações psicossociais degradantes seriam os principais causadores das doenças.

A epidemia de doenças crônicas não transmissíveis do mundo moderno levou a Comunidade Científica a pesquisar bem estes fatores de risco.

A conclusão é unânime. O sedentarismo, o tabagismo e a alimentação não saudável seriam os principais causadores das doenças, levando à má qualidade de vida na terceira idade.

E é um período que se torna mais necessário praticar atividade física, alimentação rica em frutas e verduras e abandono de hábitos não saudáveis, como o tabagismo que é considerado o maior causador de doenças evitáveis de toda a história da humanidade.

Tenha uma boa qualidade de vida. Comprima ao máximo a morbidade. Tenha um estilo de vida saudável praticando atividade física e evitando produtos de propaganda enganosa.

Balanço energético e saúde

10/11/13

O excesso de peso tem sido uma das características da sociedade moderna, marcadamente nos países de maior desenvolvimento econômico e tecnológico.

Isto se deve à maior oferta de alimentos já prontos para o consumo, fruto da industrialização e da propaganda. Dá-se preferência às refeições rápidas baseadas em alimentos de alto valor calórico, excesso de teor lipídico e pouco valor nutricional.

Além do mais, nesses países o trabalho muscular vem sendo substituído por várias formas de energia e máquinas que conduzem à diminuição crescente do gasto energético.

Simplificando, poderíamos dizer que o ganho de peso resulta do aumento do consumo energético associado à diminuição de gasto, gerando assim um balanço energético positivo.

Portanto, uma vida sedentária com erro alimentar em quantidade e qualidade resulta em excesso de peso e obesidade.

A Organização Mundial de Saúde considera atualmente a obesidade uma doença e, associada ao sedentarismo, pode ser considerada responsável pela maioria das doenças crônicas não transmissíveis e até pelas doenças neoplásicas.

São várias as condições clínicas associadas ao sedentarismo e obesidade, entre elas:

- doença ateroesclerótica coronariana;

- hipertensão arterial sistêmica;

- acidente vascular cerebral;

- doença vascular periférica;

- diabetes mellitus;

- neoplasias do colo, mama;

- depressão e ansiedade.

    Portanto, a essência da prevenção e tratamento dessas doenças se fundamenta em uma dieta balanceada e saudável e na prática regular de exercícios físicos.

Diariamente têm surgido recomendações de dietas não balanceadas sem nenhuma comprovação científica e sem prática de exercícios para reduzir a obesidade. São apenas ilusões que podem levar até a doenças malignas e ao próprio óbito. Não ocorre redução de peso enquanto o balanço energético do organismo continuar positivo.

Para reduzir o peso são essenciais uma consciência do problema e algumas providências. Consumir mais frutas, verduras e cereais e menos alimentos de grande valor calórico como açúcar, carne, leite, ovos e doces. Estimular todas as práticas de atividade física, desde trabalhos domésticos, subir e descer escadas, diminuição do uso do automóvel. A corrida de rua é uma boa opção entre os esportes.

A saúde, que é definida como um estado de bem-estar físico, mental e social, se beneficia muito com a prática de atividade física e com a ausência de obesidade. Ambas aumentam a autoestima, diminuem a agressividade, melhoram o organismo, evitam as principais doenças e proporcionam melhor convívio social.

ATIVIDADE FÍSICA PREVINE CÂNCER DE MAMA

09/11/13

O câncer de mama é a neoplasia mais frequente do sexo feminino e vem tendo combate intenso, tanto pela Medicina quanto pela mídia, para tentar preveni-la.

Sabe-se que está associada à obesidade, alimentação rica em proteína e esterilidade.

Uma mãe que oferece aleitamento prolongado, não tem sobrepeso e desenvolve muitas atividades dificilmente evolui com câncer de mama.

Recente pesquisa científica de primeira linha, da Sociedade Americana de Prevenção do Câncer, com mais de 5 mil mulheres, seguidas por mais de 10 anos, concluiu que mulheres que fazem caminhada têm 14% menos de chance de ter câncer, e as que praticam atividade física mais intensa, como corrida, o índice é 24%.

Há muitos anos havia suspeita de que o sedentarismo fosse responsável pelo câncer em mulheres. Com essa pesquisa, essa hipótese tornou-se evidente.

Portanto, para evitar câncer de mana recomenda-se alimentação saudável, aleitamento prolongado, prática regular de atividade física e controle de peso.

Confirma-se mais um caso em que a atividade física pode ajudar na saúde e na qualidade de vida.

MÉTODO NATURAL PARA EVITAR DIABETES

31/10/13

Nesta última década, as evidências médicas concluíram que o tratamento da diabetes não deve ser fundamentado apenas no controle da glicemia através da alimentação. Além disso, deve haver a prática regular de exercícios físicos, sem os quais não poderá haver controle de açúcar do sangue.

Obesidade, sedentarismo, alimentos não adequados e dose exagerada desses devem ser substituídos pelo controle do peso, com atividade física regular e alimentos  ricos em fibras, pobres em gorduras animais e hidratos de carbono ( carboidratos: bolos, pães, massas...).

Em verdade, o mecanismo da doença, não se resume apenas no boqueio da entrada de glicose na célula por pouca insulina, mas por mecanismos mais complexos, que mantém elevados índices de glicemia que são prejudiciais ao organismo.

A glicose é a melhor substância para produzir energia , transformando rapidamente através do ciclo de Krebs em gás carbônico e água.

O metabolismo de outras substâncias como proteínas e gorduras, produz muitos acídos que trazem prejuízo a todo o organismo.

Toda a energia que ingerimos através dos alimentos deve ser gasta pelo organismo, senão se acumulará nas células gordurosas e induzirá aos diabetes.

Não há melhor maneira de gastar esta energia do que através dá prática regular de atividade física.

26/09/13

Recente pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP aponta que diante do aumento da expectativa de vida da população é fundamental o tratamento preventivo de doenças crônicas.

O geriatra Alessandro Camfolina, autor do trabalho, concluiu que os idosos em S. Paulo estão vivendo com menor qualidade de vida por falta de políticas públicas eficientes voltadas para essa faixa etária.

O envelhecimento não provoca doenças ,mas diminui a funcionalidade dos órgãos. Elas aparecem quando são desrespeitadas as regras de prevenção, como alimentação inadequada, vida sedentária, abuso do tabaco e bebidas alcoólicas, estresse, poluição ambiental, entre fatores.

Para a ciência, é fundamental o retardo do aparecimento dessa doenças , chamado de compressão da morbidade, visto que elas vão provocar a morte.

A população humana apresenta um limite máximo ainda não estabelecido com precisão do tempo de vida.

À medida que todos os fatores de risco para as doenças vão sendo diminuídos, a população tende a se aproximar cada vez mais desse limite.

Portanto, as estratégias para um envelhecimento saudável se resumem na prevenção de todos os fatores de risco para as doenças crônicas não transmissíveis: alimentação saudável e prática de atividade física, peso corporal adequado, manutenção de estilo de vida ativo e sociabilidade.  E se políticas públicas para esse setor são falhas ou ausentes, apelamos a todos os setores sociais que se sensibilizem para estes fatos e se mobilizem para possibilitar uma boa qualidade de vida nos pontos mais críticos da existência.

LIMITE MÁXIMO DE VIDA

 

AO SE EXERCITAR, VOCÊ PREVINE ATÉ CÂNCER!

31/08/2013

Embora a maioria associe os benefícios do exercício com emagrecimento e prevenção de ataques cardíacos, até o câncer consta na lista.

Recentemente, têm surgido trabalhos científicos comprovando a relação entre câncer e sedentarismo.

A atividade física regular seria ralmente um fator de proteção contra certos tipos de *neoplasias como o de mama, próstata e intestino.

Entretanto, para a evidência clara da relação, a pesquisa de 1ª linha, “Mega Trials”, envolvendo  mais de 10 indivíduos com alto risco de desenvolverem a doença.

Esses trabalhos estão em andamento inclusive no Brasil e podem concluir fatos semelhantes ao do estudo do tabaco nos anos 60 , identificando o sedentarismo como o grande vilão causador do câncer e doenças crônicas não transmissíveis.

Portanto, haja absoluta certeza ou não, sempre é benéfico praticar exercícios físicos, não só para nos proteger contra o câncer, mas contra todas as doenças degenerativas.

 

A polêmica sobre a entrada de médicos estrangeiros no país e políticas públicas de saúde

20/07/2013

Os médicos estrangeiros sempre foram bem-vindos no Brasil e sempre desenvolveram um trabalho benéfico para a população.

    O exemplo típico é o Professor Alfonso Bovero que atuou na Faculdade de Medicina da USP e formou várias gerações de médicos respeitados em vários países.       Um seu discípulo, o Professor Liberato Afonso Di Dio, lecionou nos Estados Unidos e lá foi considerado o maior anatomista do mundo.

    O que se polemiza atualmente na vinda dos estrangeiros seria apenas a permissão do livre exercício profissional sem uma prova de revalidação do diploma ou mesmo um exame de capacitação a que se submetem os profissionais no Brasil.

    De fato, sem conhecimentos e sem uma infraestrutura mínima (como ocorre em locais longínquos) poderá haver riscos para a saúde da população.

    O que ocorre, em verdade, é um grande equívoco sobre a saúde no Brasil.

    Mandar profissionais de saúde para locais distantes é uma boa intenção, mas se houvesse infraestrutura, com hospitais e postos de saúde equipados.

    Além do mais, políticas públicas de prevenção de doenças deveriam ser mais priorizadas do que liberação de verbas para procedimentos sofisticados de saúde complementar.

    A grande maioria das pessoas que procuram os serviços médicos nos dias atuais é portadora de doenças crônicas não transmissíveis.

    De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os fatores de risco mais importantes relacionados às doenças crônicas não transmissíveis são hipertensão arterial, hipercolesterolemia, ingestão insuficiente de frutos, hortaliças e leguminosas, sobrepeso ou obesidade, inatividade física e tabagismo. Poderíamos acrescentar a estes fatores o estresse.

    Como exemplos de doenças crônicas não transmissíveis podemos citar a arteriosclerose, artrose, cardiopatias, neoplasias, diabetes, Mal de Alzheimer, etc.

    Tais doenças poderiam ser prevenidas com orientações sobre a dieta, atividades físicas e combate ao tabagismo, álcool e drogas.

    Portanto, políticas públicas com recursos destinados à prevenção melhorariam significativamente a saúde da população e reduziriam enormemente os gastos, evitando projetos ineficazes e dispendiosos, corrupção, aplicação de recursos nas mãos de grandes construtoras, indústria farmacêutica, empresas terceirizadas e atravessadores da saúde.

               A maioria dos profissionais de saúde do Brasil – médicos, enfermeiros, assistentes sociais – são pessoas idôneas, competentes e que certamente trabalham pela saúde do paciente, e aceitam perfeitamente a vinda de colegas do exterior, contudo, que sejam submetidos às mesmas avaliações profissionais que fundamentam o exercício da medicina e da ética na saúde.

Corridas na Mata Atlântica

16/07/2013

A corrida de rua tem se tornado, nestas últimas décadas, o esporte que ganhou o maior número de adeptos e avança, a passos largos, para se tornar a atividade física e esportiva mais popular do país.

          É simples, segura, de baixo custo e proporciona alegrias e saúde a todos que a praticam.

          Poderíamos dizer que seu único inconveniente seria a poluição ambiental provocada pelos automóveis mesmo quando há bloqueio de trânsito.

          O Paulinho do Corcel Negro de Taboão da Serra aproveitou o ambiente não poluído e saudável da Mata Atlântica que ainda resta naquele município para realizar, no domingo, 14 de julho, excelente mini-maratona no meio da floresta, que agradou a todos os participantes.

          Sem recursos ou patrocínios, deu uma demonstração de civilidade, espírito de organização, destacando a vida ativa natural, a solidariedade social e a preservação do meio ambiente como meio saudável de vida.

            Parabéns ao Paulinho e a todos que lutam pelo meio ambiente, pelas corridas de rua, pela vida saudável e pelo bem comum.

Não há necessidade de nos tornarmos grandes esportistas

07/07/2013

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os fatores de risco mais importantes relacionados às doenças crônicas não transmissíveis são hipertensão arterial, hipercolesterolemia, ingestão insuficiente de frutos, hortaliças e leguminosas, sobrepeso ou obesidade, inatividade física e tabagismo. Poderíamos acrescentar a estes fatores o estresse.

          Com relação ao consumo de tabaco, sabe-se que já atingiu a proporção de uma epidemia global e é o maior responsável por doenças evitáveis de toda a história da humanidade.

          Quanto ao sedentarismo, as evidências médicas apontam a inatividade física como importante fator de risco de doenças crônico degenerativas e vários tipos de câncer.

          Necessitamos, portanto, nos defender da tendência da vida moderna de substituir as atividades que demandam gasto energético pela automação, adotando cada vez menos a “lei do menor esforço”.

          A atividade física é importante para a saúde.

          Não há necessidade de nos tornarmos grandes esportistas. A simples execução de tarefas domésticas e um estilo de vida mais ativo e saudável, sem tabagismo, é suficiente para nos protegermos da degeneração.

          Portanto, alimentação saudável, peso adequado, abandono do tabaco e um estilo de vida ativo sãos fatores fundamentais para evitar a maioria das doenças.

As razões das manifestações de rua no país

20/06/2013

Os motivos que levaram os jovens às ruas, não só em São Paulo, mas nas principais capitais do país, não foram os aumentos das passagens de ônibus, mas uma série de distorções que vêm ocorrendo na questão da mobilidade urbana e nos gastos públicos.

          Há décadas o trânsito em São Paulo se constitui em verdadeiro caos. Não houve investimentos em transporte público, que é caro, lento e superlotado.

          O incentivo ao transporte individual tornou as ruas intransitáveis. Pedestres, ciclistas e corredores de rua não são respeitados. Todos têm dificuldades de locomoção, inclusive para chegar ao trabalho. A poluição provocada pelos veículos torna o ar irrespirável.

          O aumento dos ônibus foi apenas o pingo d’água. Há necessidade de repensar a política pública de transporte.

          Houve manifestações também contra os gastos abusivos na Copa, que têm privilegiado apenas o futebol profissional e as exigências da FIFA.

          Os hospitais ficam superlotados por causa de acidentes de trânsito e doenças crônico-degenerativas e as verbas para a saúde são insuficientes neste caos do sistema. Por outro lado, bilhões são gastos em estádios que se tornarão elefantes brancos.

          Enquanto isso, o esporte amador e o estímulo à prática de atividade física e vida saudável, que poderiam evitar muitas doenças, são relegados a segundo plano.

          A essência das manifestações se concentra na questão da mobilidade urbana e na política de investimentos públicos, que são de fundamental importância para que haja uma sociedade mais justa e mais sadia.

Estudo da USP aponta que os idosos de São Paulo ganharam em expectativa de vida, mas perderem em qualidade de vida

15/06/2013

Nestas últimas décadas vem ocorrendo aumento da expectativa de vida, não só no Brasil, mas na maioria dos países do planeta.

Na terceira idade, ocorre uma disfunção em todos os órgãos, e assim os idosos se tornam uma presa fácil para as doenças. Isto não significa que a idade seja sinônimo de doenças.

Atualmente os idosos são considerados iguais às demais pessoas e, se bem orientados, apresentam uma boa qualidade de vida.

Mas isto não acontece em São Paulo. Estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo aponta que aqui os idosos estão perdendo anos de vida saudável. A causa é o sedentarismo, o sobrepeso, alimentação não saudável, estresse, abuso do álcool e tabaco.

Grande parte das pessoas da 3ª idade vive trancada em apartamentos. São idosos inativos que abusam de alimentos não saudáveis, têm sobrepeso e vivem em constante estresse.

As doenças que os atacam, como hipertensão, diabetes, cardiopatias, arteriosclerose e artrose podem ser prevenidas pela atividade física, alimentação saudável e controle de peso.

Segundo os epidemiologistas da USP, faltam políticas públicas no país eficientes para os idosos.

Métodos simples e sem custos como a prática da atividade física não são levados em conta. Urge que se criem programas para a terceira idade.

No dia mundial do meio ambiente, um apelo  para uma maior humanização urbana

01/06/2013

    Dia 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. A conscientização dos seres humanos sobre sustentabilidade vem aumentando campanhas, particularmente sobre a convivência nos grandes centros urbanos, onde a saúde, economia e o meio ambiente vem sendo progressivamente afetados pela poluição, trânsito caótico, violência e desrespeito ao seres humanos.

               O trânsito caótico de São Paulo constitui o grande exemplo. Políticas equivocadas destes últimos 50 anos privilegiaram o automóvel sobre outros tipos de transporte. Isto gerou uma grande poluição ambiental (pois o automóvel é praticamente o único responsável pela poluição atmosférica nas cidades) e prejuízos com a saúde (trânsito e poluição são responsáveis por 8 óbitos por dia).

               Pedestres, corredores de rua e ciclistas não são respeitados. 210 pedestres são atropelados por dia, 1 ciclista morre por semana e periodicamente corredores de rua também são vítimas do trânsito.

               Além do mais, este privilégio ao transporte individual é também corresponsável pela epidemia de obesidade, visto que favorece o comodismo e desestimula o esforço físico.

               Aconselhamos ciclistas e corredores de rua a continuar praticando estas atividades, porém em parques e vias menos movimentadas e menos poluídas.

               O que mais agradou a população nestes últimos anos foram as ciclo faixas, sem dúvida, projeto bem pensado, não poluidor e estimulador da atividade física.

               Temos esperança que novos projetos sustentáveis venham a ser implantados na cidade. Boas políticas públicas, parcerias, atividades esportivas múltiplas, enfim, tudo que favorece a saúde e o bem-estar do homem, não prejudica a economia, o meio ambiente e não exacerba conflitos humanos.

 

Atletas veteranos necessitam de apoio

31/05/2013

    A Associação Atlética de Veteranos de São Paulo foi fundada em 1943 e é reconhecida como entidade de utilidade pública. Congrega atletas veteranos que periodicamente promovem competições esportivas abertas a todos, além de outras atividades culturais.

    Seus associados não são pessoas de grandes posses. Essa entidade não é semelhante a outras que têm fins lucrativos e periodicamente apresenta dificuldades financeiras para promover seus eventos. Recentemente está tendo dificuldade em manter a própria sede e é por isso que estamos fazendo este apelo.

    Nestas últimas décadas temos presenciado um aumento da expectativa de vida acompanhada por uma verdadeira epidemia de moléstias crônico-degenerativas, e o sedentarismo é, sem dúvida, corresponsável por essa piora da qualidade de vida dos idosos. Se não houver incentivo à prática de atividade física poderá ocorrer insustentabilidade do sistema de saúde.

    Nada melhor, portanto, do que o incentivo à atividade física e ao esporte para a terceira idade, como está promovendo a Associação de Veteranos.

    Portanto, apoio de entidades públicas a este grupo de atletas não constitui só uma ajuda a seus associados, mas um trabalho de prevenção às doenças da terceira idade.

Obesidade: ciclo vicioso

26/05/2013

    A obesidade é uma doença crônica multifatorial com complexas causas e consequências médicas, sociais e psicológicas.

    O excesso de peso tem sido uma característica da sociedade moderna, marcadamente nos países de maior desenvolvimento econômico e tecnológico.

    A maior oferta de alimentos, principalmente os já prontos para o consumo, fruto de industrialização e da propaganda, e a substituição do trabalho muscular por diferentes formas de energia seriam suas principais causas.

    No Brasil, 50% da população tem sobrepeso e nos Estados Unidos chega a 75%. Isto é um fato alarmante, pois à obesidade estão ligadas doenças crônico-degenerativas, hipertensão diabetes, cardiopatias, síndrome metabólica, neoplasias, etc.

    Grande parte das pessoas obesas é sedentária e cai no ciclo vicioso: quanto mais obeso, menos atividade física.

    Alimentação saudável pobre em  gorduras e prática de exercícios físicos são fundamentais para controle de obesidade.

    Mudança no estilo de vida é um método sem custo e sem risco que levam à perda de peso.

    Aconselhamos a todos que meditem sobre esta questão, utilizando a mais simples terapia: alimentação saudável e atividade física.    

 

Avaliamos o Ministério da Saúde

01/05/2013

O jornal Norteador / Atividade Física há 15 anos vem batalhando pela saúde da população, incentivando a prática saudável, como a prática de atividade física, esportes, corridas de rua e tudo que contribui para a melhora da qualidade de vida.

          Estamos acompanhando o trabalho do Ministério da Saúde na prevenção de doenças, orientando a população a evitar o sedentarismo, a obesidade, tendo alimentação saudável, e determinando à indústria de alimentos restrição de gordura e conservantes nocivos.

          Avaliamos que as medidas tomadas pelo Ministério são eficazes e contemplam a nossa linha jornalística.

Conclamamos você, os praticantes de atividade física e todos que lutam pela qualidade de vida da população para que tenham ações voltadas ao incentivo da prática da atividade física e hábitos saudáveis.

 

 

Brasil tem mais de 32 milhões de hipertensos com mais de 20 anos de idade

30/04/2013

Recente pesquisa do Ministério da saúde revela que 23% da população adulta do Brasil é portadora de hipertensão.

A hipertensão arterial é sem dúvida multifatorial e afeta tanto homens quanto mulheres, particularmente nos grandes centros urbanos, onde o estresse, hábitos não saudáveis, sedentarismo e sobrepeso são seus principais causadores.

A hipertensão permanece assintomática durante longos anos.

A prática diária de atividade física, além de diminuir a hipertensão, ajuda no controle do peso e do estresse da vida urbana.

 

 

Caminhada contra o sedentarismo

20/04/2013

 No dia 7 de abril de 2013 – Dia Mundial da Saúde – ocorreu uma caminhada na Avenida Paulista até a Assembleia Legislativa contra o sedentarismo, com a participação do Governador do Estado e Ministro da Saúde.

Este evento enfatiza a importância da atividade física na saúde humana, notadamente nas sociedades industrializadas como a nossa, em que as facilidades como o automóvel vêm substituindo a força muscular tornando o homem mais sedentário, e, assim, presa fácil das doenças crônico-degenerativas como arteriosclerose, isquemias, diabetes, obesidade, diminuindo-lhe a qualidade de vida e apressando-lhe o óbito.

Apesar deste aspecto altamente negativo do sedentarismo ser inquestionável, a grande maioria das pessoas ainda continua não ativando seus músculos.

Os trabalhos científicos relacionando o sedentarismo à maioria das doenças, inclusive ao próprio câncer, proliferam de forma exponencial, e o próprio Ministro da Saúde foi enfático: o sedentarismo mata.

Nós, que sempre lutamos por um estilo de vida saudável, continuamos na esperança de que mais incentivos à prática de atividade física continuem a proliferar e que as pessoas se abram a estes apelos para que, no futuro, não venham a ter deteriorada sua qualidade de vida.

 

 

Obesidade avança no Brasil

02/04/2013

O Ministério da Saúde, tendo tomado conhecimento dos últimos dados da epidemia de obesidade que assola o país com um custo à saúde de meio bilhão de reais ao ano, resolveu tomar medidas mais eficientes para sua prevenção.

       O sobrepeso atinge metade da população, a obesidade 20% e a obesidade mórbida 3%.

       A sequela destes dados é o aumento progressivo das doenças: hipertensão, diabetes, cardiopatias, câncer de mama, entre inúmeras outras.

       Isto leva a um custo exagerado à saúde e piora da qualidade de vida.

       O Ministério resolveu incentivar a Educação Física nas escolas, a prática regular de esportes e de exercícios físicos pela população, além de agir para que haja diminuição de alimentos prejudiciais.

       Acreditamos, entretanto, que apenas a orientação dos postos de Saúde é insuficiente para deter a epidemia de obesidade.

       Eu, você e todos os cidadãos que têm consciência da gravidade dos problemas causados pela obesidade temos o dever de incentivar a população a mudar os hábitos, praticar atividade física e ter alimentação balanceada.

       Continuaremos nesta luta pela saúde e cremos que juntos podemos divulgar os benefícios da vida saudável e proporcionar qualidade de vida para a população.

 

Depressão e morbidade em idosos

27/02/2013

Nas pessoas idosas ocorre naturalmente uma disfunção progressiva de todos os órgãos e isso facilita a instalação de doenças, particularmente crônico-degenerativas.

     Isto pode acarretar em um quadro clínico de multimorbidades que quase sempre vem acompanhado de problemas depressivos, dificultando ainda mais a reversão deste quadro.

     Recente pesquisa da Universidade de Atlanta, na Georgia (EUA), revelou que idosos portadores de várias doenças crônico-degenerativas acompanhadas de depressão podiam ter significativa melhora tanto na depressão como das doenças pela simples prática de exercícios físicos diários.

     Os exercícios restabeleceriam um estímulo para reação contra a depressão e consequentemente contra as doenças, visto esta associação ter a  mesma causa: sedentarismo e acomodação com as facilidades da vida moderna.

     Os resultados animadores deste trabalho podem nortear instituições que cuidam da terceira idade para adotar a prática diária de exercícios físicos e a vida ativa, o que seria essencial para evitar a doença física e também a mental dos idosos.

 

 

Estudo da USP demonstra a prevenção de crescimento de gordura intra-abdominal após lipoaspiração

10/02/2013

As pessoas sedentárias com alimentação inadequada tendem a acumular gordura no abdome.

     Pesquisa realizada na USP em um grupo de 38 mulheres sedentárias que se submeteram a lipoaspiração concluiu que aquelas que praticaram exercícios físicos pós-operação não voltaram a armazenar gordura intra-abdominal, enquanto as demais sedentárias continuaram acumulando gordura visceral.

     A pesquisa demonstra claramente que a atividade física evita a obesidade que pode associar a chamada síndrome metabólica, que está associada ao diabetes e à hipertensão.

     Acreditamos mais do que isso. Se as pessoas portadoras de gordura abdominal tomassem consciência da nocividade deste problema e iniciassem imediatamente a prática regular de atividade física, aliada à alimentação saudável, evoluiriam com melhora natural de sua estética, sem risco, evitando, assim, procedimentos invasivos.

 

Senescência: processo natural

30/01/2013

O século XX se caracterizou pela aceleração da expectativa de vida em quase todos os países do planeta.

     Neste século teremos de enfrentar o desafio de cuidar deste grande número de idosos, oferecendo-lhes boa qualidade de vida.

     O envelhecimento (senescência) pode ser entendido como um processo natural em que ocorre redução da reserva funcional sem comprometer a função necessária para a atividade cotidiana.

     Torna-se óbvio que as limitações funcionais favorecem o surgimento de doenças, mas, se tomarmos todos os cuidados para evitar decréscimos rápidos em nossas funções fisiológicas, a patologia encontrará poucos caminhos para se manifestar.

     A melhor maneira de evitar quedas bruscas de funções, segundo a Organização Mundial de Saúde, é sempre manter um estilo de vida ativo, alimentação saudável, prática de exercícios físicos, evitando ingestão de bebidas e uso de tabaco.

     Segundo a OMS, a prática de atividade física diminuiria a degeneração progressiva de nossos órgãos.

     Portanto, embora na terceira idade tenhamos mais limitações para as atividades do cotidiano e para a atividade física, devemos fazer exercícios, pois é a atividade física que nos garante uma boa qualidade de vida na terceira idade.

  

 

Obesidade mata mais que desnutrição

11/01/2013

Recente artigo da revista inglesa Lancet publicou relato de congresso promovido pela Organização Mundial de Saúde em que 500 cientistas de todo o planeta concluíram que a obesidade nestas últimas décadas matou mais do que a desnutrição.

     Três milhões de pessoas em todo o mundo teriam falecido de doenças consequentes do excesso de peso.

     Apenas na África a desnutrição mata mais que o sobrepeso.

     A obesidade, além da estética, aumenta a gravidade das doenças como hipertensão, diabetes, cardiopatias e vários tipos de doenças neoplásicas.

Prevenir a obesidade é apenas um cálculo matemático. A energia que vem dos alimentos deve ser toda consumida para que não haja acúmulo em forma de gordura.

     Portanto, dieta saudável com alimentos de baixa caloria como legumes, frutas e verduras e prática de exercícios físicos resolvem a equação matemática da obesidade.

     O esforço empreendido com esta simples fórmula será prontamente compensado pela melhora da autoestima e da qualidade de vida.

 

 

Corrida Benéfica de Super-resistência Ponderada

26/12/2012

No dia 20 de dezembro de 2012 foi realizado o Congresso Técnico da Corrida Benéfica de Super-resistência Ponderada. O evento ocorreu no auditório da Câmara de Vereadores de São Paulo. Veja o link  http://super-resistencia.webnode.com/coletiva-de-imprensa

    No dia 22 de dezembro de 2012 foi lançada a Corrida Benéfica de Super-resistência Ponderada, que é a corrida em que o corredor treina adequadamente e termina em perfeita condição.

    Os atletas correram na Pista do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa e todos são experientes corredores, por isso terminaram em perfeitas condições, e alguns, sem esforço, fizeram cerca de 70 km em 6 horas.

    Veja o link http://super-resistencia.webnode.com/

 

 

Corrida benéfica

20/11/2012

A atividade física praticada constantemente é recomendada pela Organização Mundial de Saúde.

               Aliada a hábitos saudáveis, alimentação pobre em gorduras saturadas, ausência de tabagismo e não abuso de bebidas alcoólicas, traz saúde e qualidade de vida.

               A corrida é uma atividade física que pode ser praticada pela população e não exige gastos, basta colocar um tênis e correr.

               A corrida praticada constantemente exercita o coração e o sistema cardiovascular.

O diâmetro das artérias aumenta, como também o número delas. O organismo fortalece.

               A capacidade aeróbia é a capacidade de transformar os nutrientes em energia pela queima destes pelo oxigênio. Os principais nutrientes utilizados em corridas longas são a glicose e as gorduras.

               O treinamento aumenta a capacidade aeróbia. Portanto, quanto mais o indivíduo treinar, mais energia terá e maiores distâncias percorrerá.

               O treinamento adequado fortalece a musculatura e evita lesões.

               A principal virtude da corrida é a melhora da qualidade de vida.

               As autoridades comprometidas com o bem-estar da população e a saúde da população devem incentivar a corrida.

               Hoje a corrida é muito praticada e as competições atingiram altos níveis de organização. Surgiu a indústria da corrida com estrutura profissional. Também equipes de corrida.

               Mas, se o cidadão que não é atleta profissional, que tem uma profissão e um cotidiano, esquecer a principal virtude da corrida e objetivar performance, pode sofrer consequências como fascite plantar, tendinite, condromalácea patelar e até morte súbita.

               A corrida encarada como desafio e resultados não tem como objetivo a saúde e absorve a competitividade social existente na sociedade, no trabalho, no cotidiano.

               Essa corrida que absorve osmotica-mente esses valores se baseia em resultados, em planilhas feitas para máquinas, e não para seres humanos.

               Cada indivíduo tem um biotipo, uma genética, uma individualidade biológica. Também um estilo de vida, uma prioridade como trabalho, família, estudo. Isso pode impossibilitar um treino regular e adequado. Assim, torna-se impossível obter resultados, muito menos atingir marcas de atletas profissionais que treinam exclusivamente para competições. Correr não é jogo, é treino.

               Hoje os índices são até estarrecedores. Emil Ztopek completava maratona acima de 2h20min, hoje mulheres correm abaixo desse tempo e, no masculino, a média por km é abaixo de 3 minutos, ou seja, acima de 20 km/h.

               Fixar como prioridade que correr implica em ganhar dinheiro, prestígio, projeção social, sofrer para melhorar tempo, chegar cambaleando, mostrar garra, superar, recordes, recorde pessoal, ganhar de alguém, joga em segundo plano os benefícios que o treinamento adequado produz. Isso pode levar até  a utilizar meios ilícitos, como o doping.

               A corrida que incorpora esses valores pode ser prejudicial, um mal, maléfica. É uma anticorrida.

               A corrida pode ser benéfica, até para campeões, se a condição física for fruto do treino adequado ao ser humano, que tem indivdualidade, necessidades, sentimentos.

               Quanto mais treino, mais resistência, saúde e qualidade de vida.

               Para destacar isso, reunimos um grupo de corredores e lançaremos a Corrida Benéfica de Super-resistência Ponderada.

 

 

Morte súbita no atleta: como prevenir

01/10/2012

Nos dias atuais há consenso de que a morte súbita seria um evento letal não esperado que pode ocorrer em qualquer indivíduo após uma hora do início dos sintomas.

     Segundo o Comitê Olímpico Internacional, com sede em Lousaine, na Suíça, 30 atletas por ano com com menos de 35 anos falecem por morte súbita.

     Trata-se evidentemente de um número subestimado, visto que existem inúmeras mortes súbitas em atletas amadores ou profissionais que não são comunicadas.

     O fato de a prática desportiva ser modernamente preconizada como fórmula de qualidade de vida, fazendo parte de programas de saúde, faz com que estes eventos sejam motivo de apreensão em toda a sociedade.

     Diversos mecanismos estão envolvidos na gênese da morte súbita em atletas.

     Entretanto, os poucos achados conclusivos de necrópsia  ainda desafiam os profissionais da saúde a desvendar seus reais mecanismos.

     Em essência, um substrato arritmogênico ocorre após intenso esforço anaeróbico desenvolvendo acidose metabólica.

     A causa pode ser uma cardiopatica assintomática.

     Entretanto, convém lembrar que nem sempre a morte ocorre de imediato. Ela pode ser antecedida por um período de instabilidade representada por uma mal-estar interior, taquicardia e sudorese com até perda de consciência.

     É nesse período que devemos atuar.

     Todo atleta que sente qualquer mal-estar deve imediatamente parar, procurar socorro e se hidratar.

     Nunca continue o esforço após uma sensação de mal-estar.

     Nas corridas, hidrate-e sempre.

     Não participe de atividades esportivas após ingestão copiosa ou de bebidas alcoólicas.

     A atividade física melhora a qualidade de vida, porém, deverá ser exercida respeitando os limites pessoais, e todas as regras que proporcionam as melhores condições para o organismo se exercitar.

 

 

O idoso deve continuar ativo

23/09/2012

    Nestas últimas décadas, não só o Brasil, mas a maioria dos países do planeta, tem sido surpreendida com o aumento da expectativa de vida.

     O aumento da longevidade vem progredindo a cada ano e calcula-se que, na metade do século, haverá inversão da pirâmide etária.

     A Organização Mundial de Saúde, sociedades de geriatria e governos vêm se preocupando com este fenômeno, particularmente com a área de saúde, visto que é nessa faixa etária que ocorre o maior número de doenças

crônico - degenerativas, como hipertensão, diabetes, cardiopatias, artroses, encefalopatias degenerativas. Como os fatores de risco dessas doenças são os mesmos, é frequente que o idoso tenha multimorbidades, dificultando o tratamento, trazendo sofrimento para ele e para os familiares

     Os custos para a saúde são elevados e, se não tomarmos iniciativas de prevenção, o sistema poderá entrar em colapso.

     Todas as entidades médicas são unânimes em afirmar que a essência para a prevenção das doenças do idoso é que ele continue a levar uma vida ativa.

     Alimentação saudável, exercícios físicos e atividade mental fazem grande diferença.

     São métodos simples, sem custo, e reconhecidos como fundamentais para prevenir a maioria das doenças, até mesmo neoplásicas, pela Organização Mundial de Saúde.

     Apelamos a todas as entidades ligadas à atividade física e esporte que incentivem e incluam o idoso em seus programas.

     Apelamos também a todos os níveis de governo para que criem mais programas para a terceira idade, incluindo não só esporte, mas também lazer, estudos, palestras e orientações a familiares.

     Só assim poderemos enfrentar este desafio de aumento de longevidade proporcionando à terceira idade melhor qualidade de vida.

 

 

DIA MUNDIAL SEM CARRO

18/09/2012

Em 1997, na França, no dia 22 de setembro, iniciou-se um movimento sem grandes pretensões, que pregava a utilização mais consciente do automóvel.

O veículo, que traz conforto e praticidade, virou, porém, um grande poluidor e inimigo da sustentabilidade, muitas sequelas irreparáveis trazendo grandes danos ao meio ambiente, à saúde e à própria economia.

O movimento se alastrou rapidamente em todos os países do mundo. Os próprios governos têm incentivado nesta data o uso de bicicleta, caminhada e corrida como meio de locomoção.

Particularmente em São Paulo, onde políticas públicas equivocadas incentivaram seu uso do automóvel durante décadas, transformando seu trânsito em caos, o uso consciente do automóvel deve ser repensado.

É ele o responsável por 90% da poluição urbana, por todos os engarrafamentos no trânsito, por milhares de mortes por ano por atropelamentos de pedestres, por 4 mortes diárias por acidentes e enorme número de feridos.

Medidas urgentes são necessárias, ao lado de fortes investimentos em transporte público e alternativo.

O uso racional do automóvel diminuirá a poluição, melhorará o trânsito, diminuirá o número de mortes e acidentes e trará uma melhor qualidade de  vida.

 

 

Medida do Ministério da Saúde tenta restringir sódio de alimentos industrializados

12/09/2012

A epidemia de hipertensão e de outras doenças crônico-degenerativas, que têm como um dos fatores de risco alta ingestão de cloreto de sódio, vem tentando ser combatida pelo governo com medidas que visam diminuir o sódio utilizado pela indústria alimentícia, bem como diminuição de gorduras saturadas, pois são fatores corresponsáveis pela epidemia vigente de doenças crônicas não transmissíveis.

Embora essas medidas sejam tênues e nem sempre respeitadas, são importantes, particularmente como alerta à população para se prevenir sobre os efeitos da alimentação não saudável.

Além disso, é importante alertar sobre os riscos do sedentarismo, estresse, poluição ambiental, tabagismo, abuso do álcool.

Todos esses fatores de risco afetam a saúde e trazem como consequência hospitais superlotados, falta de leitos e médicos.

A situação da saúde no Brasil é extremamente preocupante: faltam hospitais, postos de saúde, programas de atendimento, chegando em certas comunidades à beira do caos.

Se não tomarmos medidas de prevenção contra a maioria delas, o sistema de saúde poderá entrar em colapso.

Medidas simples como alimentação saudável com frutas e pouco sódio, atividade física e abandono do tabaco fazem grande diferença.

Esperamos que o Ministério da Saúde tenha mais bom senso e insista em campanhas de prevenção. Só assim poderemos ter uma melhor qualidade de vida.

 

 

 

Saúde e Sustentabilidade

30/08/2012

  O mundo inteiro voltou-se para o Brasil em junho durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20).

A Rio + 20 resultou em 692 compromissos firmados a partir do posicionamento de chefes de Estado e da iniciativa de organizações sem fins lucrativos.

É sabido que o discurso sobre o desenvolvimento sustentável e qualidade de vida é indissociável das políticas sociais determinantes da saúde.

Fortalecer a assistência gratuita à saúde faz parte dos compromissos dos chefes de Estado.

O Relatório da Conferência reconhece a importância de zelar pela saúde de todos e destaca a grande apreensão dos governos sobre doenças que já poderiam ter sido erradicadas, como tuberculose, malária, influenza.

Destaca também a importância em zelar pela prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como aterosclerose, diabetes, hipertensão, artrose, obesidade, que atualmente já apresentam caráter epidêmico.

Métodos simples, de baixo custo, como atividade física, alimentação saudável e eliminação do tabagismo poderiam melhorar significativamente a saúde da população.

Enfim, erradicar a pobreza, garantir alimentos a todos os seres humanos, estimular estilos de vida sustentáveis e saudáveis melhoram a qualidade de vida.

 

 

Um trabalho exemplar em Rio Grande da Serra

19/08/2012

Rio Grande da Serra, Município da Grande São Paulo, é sede de uma associação que oferece os melhores exemplos de um trabalho ambiental, comunitário, de educação e saúde.

Localizada no Bairro de Vila Canole e presidida pelos senhores Vicente de Paula Bento e Terezinha Guilherme Bento, o Centro Cultural, Social e Humanista, sem receber recurso algum e contando apenas com o trabalho de voluntários, realiza trabalho incansável e exemplar de auxílio, conscientização, atividades sociais e culturais, trabalhos artesanais e divulgação de princípios de sustentabilidade totalmente prestigiados e louvados pela comunidade.

Na mudança das estações do ano há festas em louvor à natureza e à preservação da floresta e de todo o meio ambiente.

O Sr. Paulo Apolinário Barbosa – o Paulinho, preside a Associação Corcel Negro, que mantém atividades esportivas com escolinha de futebol e corridas. Anualmente no mês de julho promove uma corrida de 10 km no meio da Mata Atlântica totalmente longe da poluição onde só se respira ar puro.

Prestigiem essa corrida. Comparecendo vocês poderão desfrutar de praticar atividade física no meio da Mata Atlântica e além disso ter oportunidade de conhecer uma entidade que realiza intenso trabalho social e visitar uma região histórica e ainda preservada.

Lá se iniciava a chamada “Borda do Campo” onde os primeiros descobridores e desbravadores chegaram à Vila de São Paulo através do Rio Tamanduateí, totalmente navegável até sua desembocadura no Tietê

 

 

Ação na cracolândia: uma medida necessária

15/08/2012

Alguns setores sociais têm feito críticas à forma como as forças de segurança vêm combatendo o uso de drogas na chamada cracolândia.

Os que criticam a medida levam a fundo, mas de forma equivocada, o princípio da autonomia que é um dos 3 pilares da bioética.

Entretanto, os outros 2 princípios – benevolência e não malevolência – princípio hipocrático “primum non nocere” (antes de tudo não fazer mal), se abalam fortemente se forem tomadas medidas completamente passivas.

O indivíduo sob a ação de drogas não pode ser considerado em pleno exercício do livre arbítrio. O tóxico lhe destrói o intelecto e assim sua consciência.

Abandoná-lo é sinônimo de matá-lo.

A própria Saúde Pública se vê ameaçada porque o abuso de drogas é porta aberta para várias doenças.

Portanto, não podemos permanecer passivos diante desse cenário degradante e destruidor do ser humano observado na cracolândia.

O que realmente precisamos é de mais clínicas para recuperação dos dependentes químicos.Também são necessários mais programas de prevenção contra as drogas, o que implica em locais para a prática de atividade física, esporte e lazer, esclarecimento à população e inclusão social.

 

 

Agosto, mês de infecções respiratórias

03/08/2012

  O mês de agosto é um mês do inverno, ainda frio, porém, com o ar seco em virtude da baixa umidade do ar, e aqui, em São Paulo, extremamente poluído, pois a baixa umidade não provoca dispersão das partículas emanadas pelo grande número de automóveis.

Além do mais, por uma questão sazonal, ainda há no ar grande número de vírus respiratórios de influenza, causando as famosas gripes sazonais, que podem tornar-se extremamente graves.

Por isso os prontos-socorros se apresentam sempre superlotados, sendo os mais afetados as crianças e os idosos, causando grande sofrimento, tanto a eles quanto aos familiares.

Se a curto prazo não temos solução para a grande poluição ambiental, certamente a principal corresponsável pelas infecções, temos que nos precaver, sempre tomando muito líquido para nos mantermos hidratados. Onde há crianças, deixar toalhas úmidas para melhorar a qualidade do ar e sempre evitar vias públicas com muitos automóveis, pois os gases inalados nos causam grande mal.

Se pudermos sair da cidade, sempre procurar locais com muitas árvores. As árvores absorvem a poluição. Na praia há o mar, que praticamente não apresenta poluição.

Sempre ingerir grande quantidade de frutas e verduras, que produzem anticorpos e conseqüente melhora da imunidade.

Aos ciclistas e corredores aconselhamos não percorrer ruas com muito trânsito, pois o acréscimo das incursões respiratórias com o exercício aumenta o número de poluentes nos pulmões.

 

 

Sedentarismo mata

02/08/2012

Este foi o título do artigo do Senhor Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, na folha de São Paulo de 29/07/12, com o intuíto de alertar sobre os males causados pela inatividade física.

Embasado em pesquisas realizadas em 122 países que, através da metodologia considerada de primeira linha em ensaios randonizados e cegos com mais de 1.000 pacientes – portanto, na melhor evidência médica – o Sr. Ministro fez um grande alerta sobre os males da vida sedentária. Ela seria ainda mais letal que o próprio tabagismo.

A inatividade física é responsável por 6% das doenças coronarianas, 7 % das diabetes e 10% dos cânceres. Teria feito no mundo, em 2008, 5,1 milhões de vítimas fatais. Estes números levaram cientistas a considerar o sedentarismo como epidemia.

Recentes dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que 50% da população do Brasil está acima do peso e que em São Paulo há mais de 1 milhão de crianças obesas.

Embora o Sr. Ministro tenha dado esclarecimento sobre todos os programas do Ministério da Saúde para atacar esta epidemia, acreditamos que, se não houver um amplo apoio de todos os setores, não haverá resultados em seu combate.

Apelamos, portanto, à população para que tenha uma vida ativa, pratiquem atividade física, utilizem mais os pés e menos o automóvel, não dê ouvidos à propaganda enganosa sobre alimentos industrializados ricos em sal e gordura, e acompanhem os resultados de pesquisas científicas sobre os fatores de risco das doenças degenerativas e neoplásicas.

 

 

Prevenção de queda do idoso

01/08/2012

  Recentemente a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo divulgou as estatísticas sobre traumas na terceira idade: 4 idosos falecem por dia no Estado vítimas de quedas.

A queda do idoso tem causa multifatorial, mas o ponto fundamental é que, com a idade, vão diminuindo os reflexos, o que facilita as quedas, escorregões, tropeços e outras situações resultantes de forças rápidas.

Ação de medicamentos, dificuldades de deambular, síndrome do imobilismo, seqüelas de acidentes vasculares, entre inúmeros outros motivos, contribuem ainda para a grande incidência de traumas dos idosos.

Diariamente no Instituo Médico Legal de São Paulo são examinados no mínimo 2 idosos que vieram a óbito com fraturas de fêmur.

Esta situação poderia ser facilmente revertida se a infraestrutura urbana fosse adaptada para idosos.

Pisos antiderrapantes, corrimão, diminuição de degraus e mais segurança nos prédios de apartamentos diminuiriam acidentes.

Trânsito menos caótico, menos automóveis e intensa fiscalização diminuiriam o número de atropelamentos de idosos. Infelizmente, nunca se pensou nos aspectos de prevenção de acidentes da terceira idade.

O que podemos fazer, por enquanto, é apelar para nossos urbanistas e construtoras para que considerem as particularidades dos idosos e passem a projetar as cidades e domicílios de forma humanizada, adaptados a eles, com respeito e bom senso.

 

 

Projeto Calçadas Verdes

27/07/2012

O projeto Calçadas Verdes é uma boa solução para diminuir a intensidade das enchentes e a poluição ambiental na cidade de São Paulo.

Em algumas ruas da capital temos observado plantio de árvores em canteiros grandes e retangulares, colocando em prática o projeto Calçadas Verdes.

Após décadas de indiferença de inúmeros governos sobre a necessidade de permeabilizar o solo da cidade, e de plantar mais árvores para controlar as enchentes e despoluir o meio ambiente, apenas agora é que este aspecto vem sendo considerado.

A cidade de São Paulo está totalmente impermeabilizada. Mesmo com poucas chuvas, por causa de locais totalmente cimentados não há escoamento das águas.

A drenagem do solo é imprescindível, pois é a melhor forma para escoamento das águas.

As árvores também melhoram a qualidade do ar, absorvendo poluentes e gás carbônico.

Já era hora de serem observados estes princípios simples de hidráulica e de geologia que com custo quase zero contribuem para diminuir o impacto de grandes catástrofes e melhoram a qualidade de vida da população.

 

 

Políticas públicas para prevenção de multimorbidades dos idosos

23/07/2012

  Nestas últimas décadas tem ocorrido, não só no Brasil, mas na maioria dos países do planeta, um aumento progressivo da expectativa de vida com conseqüente aumento da população idosa e de suas particulares necessidades, particularmente com a saúde.

Políticas públicas para oferecer melhor qualidade de vida nessa faixa etária onde as morbidades ocorrem com maior frequência tem sido aplicadas com pouco sucesso.

O equivocado conceito de que a terceira idade é sinônimo de multiborbidades e permanência em asilos deve ser, neste novo milênio, completamente sepultado.

As evidências médicas e o método científico vem confirmando o que era de intuição secular: estilos simples de vida como prática de atividade física, alimentação saudável, controle do peso, controle das emoções, exclusão do tabaco.

 

Mais assistência aos moradores de rua

19/07/2012

São Paulo nunca presenciou tantos moradores de rua como nestes últimos anos.

Encontram-se em todas as ruas, nos parques e praças em situação de risco, sob a inércia das autoridades. Estas parecem achar que investir nesses cidadãos é um desperdício.

Algumas são pessoas problemáticas ou dependentes químicos que preferem as ruas em vez de albergues.

Há um falso conceito do respeito absoluto à autonomia: não se deve forçar a remoção se o indivíduo se recusa.

Isto é um grande equívoco, pois em situações de risco, tanto para elas como para o bem público, a autoridade tem o dever de oferecer proteção.

A essência maior da questão é que faltam albergues, não há oferta de trabalho e não há interesse político, visto que não representam um ganho eleitoral.

Apelamos que esta situação venha a ser invertida e que o governo municipal passe a ouvir as entidades mais representativas que lutam pelos direitos do ser humano e se empenhem muito mais na solução deste grave problema social.

 

Não restrições aos ciclistas e sim humanização do trânsito

18/07/2012

Recente publicação no Diário Oficial dizia que os ciclistas devem deixar de trafegar no trânsito da capital para se protegerem.

Segundo o Dr. Jorge dos Santos Silva, ortopedista do Hospital das Clínicas, que foi fonte da matéria, quem quer optar pelo uso da bicicleta que o faça, mas é preciso tomar uma série de cuidados, pois o trânsito engole os ciclistas.

Ele apresentou forte embasamento sobre as estatísticas de óbito que ultrapassam os 50 por anos e pela gravidade e seqüelas que trazem grande sofrimento e custos a quem se utiliza da bicicleta como meio de transporte.

O médico acrescenta ainda que a cidade não foi pensada para a bicicleta como meio de transporte. São décadas de falta de planejamento.

De fato ele tem razão nestas declarações, mas estes fatos não devem ser motivo para penalizar quem defende o uso da bicicleta como meio de transporte, que é plenamente louvável, pois a bicicleta não polui, não abarrota o trânsito e se enquadra no mais completo exemplo de sustentabilidade.

Durante décadas as autoridades só endeusaram o automóvel, indo na contramão do que se fazia nas outras grandes metrópoles do planeta.

Não investiram em transporte público ou alternativo como as ciclovias e não respeitaram pedestres, ciclistas e corredores de rua.

Portanto, embora as explanações do D.O. tenham fundamento, a solução não está em penalizar ciclistas, mas sim humanizar o trânsito de São Paulo, combatendo quem não respeita pedestres e ciclistas, e investindo mais em transporte público de qualidade.

 

Mais Creches para São Paulo

17/07/2012

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a mulher Brasileira tem assumido cada vez mais o comando e o sustento da família. Presentemente, elas são responsáveis por de mais de 50 % dos lares e as que mais contribuem financeiramente para seu sustento. Mesmo assim, muitas são maltratadas, recebem baixos salários e arcam sozinhas com a total responsabilidade dos filhos.

Se não há creches para deixar os filhos enquanto trabalham, sua situação se torna dramática.

Sabe-se que faltam muitas vagas nas creches, principalmente na periferia, e muitas mães se veem obrigadas a deixar os filhos sozinhos em casa, pois não possuem recursos para matriculá-los em escolas particulares. Recentemente assistimos o drama de três crianças que viviam num barraco de uma favela e que morreram queimadas, pois a mãe os deixou trancados para oferecer-lhes melhor segurança. Este fato é totalmente inaceitável e podia ser evitado se existissem mais creches e escolas de período integral onde as crianças pudessem ficar enquanto seus pais trabalham.

Situações tão calamitosas que indignam a sociedade poderão se repetir se não houver mais empenho das autoridades para construção de creches.

Apelamos, portanto, aos setores mais representativos da sociedade, ao Ministério Público, às entidades religiosas e políticos comprometidos com o bem comum para que batalham para a construção de creches e escolas com período integral, a fim de que a mulher e mãe, a grande responsável pela família, possa sustentar seus filhos com tranquilidade e segurança.

 

 

Cada vez mais evidentes os males do sedentarismo

16/07/2012

Desde o início de sua existência sobre a Terra, o ser humano sempre teve a intuição de que a vida sedentária seria maléfica para a saúde.

Foi, entretanto, apenas nos dois últimos séculos que as evidências dos males do sedentarismo se tornaram flagrantes e os próprios governos iniciaram estímulos à prática da atividade física.

Assim surgiu a obrigatoriedade da educação física nas escolas.

Nestas últimas décadas o Método Científico consagrou essas evidências e campanhas de combate ao sedentarismo passaram a fazer parte de políticas públicas de saúde.

Nos dias atuais, a própria mídia leiga tem propagado os males do sedentarismo e as vantagens de um estilo de vida ativo.

As epidemias de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes e doenças degenerativas vêm despertando a atenção para a necessidade de uma luta árdua para tornar a população mais ativa e menos sedentária.

Por inúmeros fatores, a população tem pouco espaço para praticar a atividade física, como também pouco tempo.

Recomendamos que, no mínimo, caminhem e corram. São atividades que todos podem praticar e, temos certeza, melhorarão consideravelmente a sua saúde e qualidade de vida.

 

Rio mais vinte: avanço da consciência ambiental

22/06/2012

A conferência Rio + Vinte encerrou-se com protestos, críticas, poucos aplausos e até mesmo com certo boicote por parte do país mais poluidor de todo o planeta, os Estados Unidos, que não admitem avanços neste processo, pois estes poderiam ameaçar a maior potência da Terra.

Entretanto, algo ficou patente: todas as nações concordaram que deveria haver mudanças de hábitos e prevalência a nível de todos os governos no conceito de sustentabilidade. Não houve compromisso de países ricos para financiar as nações mais pobres, mas tornou-se evidente o surgimento de uma consciência global sobre a necessidade de preservar o planeta, diminuindo os desmatamentos, o consumo de energia fóssil, a pobreza, e muitos outros fatores para evitar uma catástrofe sobre a Terra.

Acreditamos que cada um de nós também deveria dar sua contribuição para essa sustentabilidade, diminuindo o consumo exagerado, preservando o meio ambiente, evitando o uso de petróleo e do automóvel, promover a reciclagem e manter todo o respeito pela natureza.

A Terra pede socorro.

Está aí o exemplo de nossa cidade, São Paulo: trânsito caótico, poluição atmosférica, inúmeros bolsões de pobreza, extrema poluição de rios, lixo e entulho espalhados por toda a cidade, destruição das florestas que a cercam...

 

Na terceira idade: atividade fisíca, estudos e lazer

20/06/2012

Nestas ultimas décadas temos observado um aumento da expectativa de vida na maioria dos países do planeta. O Brasil foi surpreendido por esse fenômeno nos meados dos anos 60 e, a partir de então, foi observado um progressivo aumento da longevidade, fenômeno este não previsto, mas que agora vem sendo motivo de estudos, de práticas, e de legislação a fim de oferecer aos idosos uma melhor qualidade de vida.

Conceitos ultrapassados de que a velhice seria sinônimo de muiltimorbidades vêm sendo substituídos pela afirmação de que a idade não mais representa qualquer empecilho para toda atividade humana.

Na área da saúde, a prevenção, estímulos a um estilo de vida ativo, total inclusão, participação do idoso nos estudos, na vida política e na prática esportiva vêm tomando cada vez mais corpo. É o que ocorre no Hospital do Servidor Público Estadual, onde a maioria dos seus usuários são idosos. Pessoas de visão, como a Dr.ª Gilka Barbosa de Lima Nelly, vêm criando os programas de atenção para a 3ª idade, proporcionando atividade física, estudos, lazer e cultura.

A Drª Gilka, quando diretora do Hospital do Servidor Público, criou o PAI - Programa de Atenção ao Idoso, que agora chefia conduzindo a nível de excelência. O programa oferece a todos os usuários da 3ª idade estudos de língua, caminhadas, palestras e inúmeras atividades culturais que proporcionam a todos eles uma excelente qualidade de vida, os livram da doença e os tornam multiplicadores desses conceitos para toda a sociedade.

O principio de que os órgãos, para não ficarem doentes, precisam ficar sempre ativos, e que o bom equilíbrio mental necessita de inclusão social, atividade intelectual e práticas esportivas está sendo colocado em prática pela Dr.ª Gilka.

Esse programa deveria ser implantado em todos os serviços de saúde do país, pois proporciona excelente qualidade de vida para os idosos e diminuição com os gastos de saúde, com reflexos de melhoria para toda a sociedade.

Ruggero News

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