maio 2014

MATÉRIAS DO MÊS DE MAIO DE 2014 DO JORNAL ATIVIDADE FÍSICA NÚMERO 176

1 - Corpore

David Cytrynowicz – Presidente da Corpore

Dr. Amadeu Armentano – Presidente do Conselho Deliberativo da Corpore

Prezado(a) Corredor(a),

No mês de abril o esporte nacional perdeu um de seus mais completos e competentes membros, Luciano do Vale, em minha opinião e de muitas, muitas outras opiniões afins, o mais completo narrador esportivo de nossa história.

Uma vez eu lhe disse: “você conseguiria dar emoção até em corrida de cágados - Steeplechase - muita risada, mas, muito, muito possível.

Não tinha nenhuma intimidade com ele, entretanto nos conhecíamos desde meados da década de 60, quando Luciano iniciou sua paradigmática carreira na PRC 9 - Rádio Educadora de Campinas, onde Bob Sérgio (Ernesto Sérgio D´Ottaviano), meu tio, colocou pela primeira vez um microfone nas mãos daquele rapazinho magro, sim, magro.

Quem me contou esta estória foi o próprio Luciano do Vale, que prestou significativa homenagem ao seu ídolo durante a transmissão de uma prova de fórmula Indy, em Milwaukee, EUA.

Luciano do Vôlei, do Futebol masculino, feminino, veterano, todos os sub e etc. consciente e preocupado como nós, com a Copa do Mundo no Brasil, com a gastança desenfreada, bem como, o difícil e questionável legado da mesma.

Proativo por excelência, fazedor múltiplo, empreendedor, corajoso.

Você, sim, deixará um legado inestimável, consistente, empírico e acadêmico.

Creia, somos gratos.

A Corpore, como entidade promovedora de educação, saúde e cidadania, através da corrida, irmana-se na tristeza pela repentina ausência.

Armentano

 

2 - Número de corridas de rua em São Paulo aumenta 3,86% em 2013

Mauro Roberto Chekin – Presidente da FPA

A FPA acaba de divulgar as estatísticas referentes às corridas de rua no Estado de São Paulo. Fale um pouco a respeito.

R. O que concluímos ao analisar as estatísticas é que a prática de corridas de rua continua sendo a prova do atletismo com maior participação popular. Tendo como base o ano de 2013, a FPA registrou nada menos do que 566.236 participações em eventos do gênero em São Paulo.

O número cresceu em relação a 2012?

R. Aumentou 3,86%. Foram 566.236 em 2013 contra 533.629 em 2012. Isso em provas oficiais, ou seja, realizadas com o competente alvará expedido pela FPA que, em São Paulo, representa a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e, por consequência, a International Associations of Athletics Federations (IAAF).

Quantas corridas de rua foram realizadas em 2013?

R. Pelos nossos registros, 502 corridas, sendo 323 regulares (com alvará) e 179 irregulares (sem alvará).

Isso preocupa?

R. Preocupa, pois uma corrida de rua sem a capacitada supervisão da FPA é uma aventura perigosa. Ter a chancela da FPA representa tranquilidade e segurança para os corredores, pois, a expedição de alvará pela entidade representativa do atletismo paulista respeita normas técnicas internacionalmente aceitas. Nessas provas clandestinas, além do atleta estar sujeito a uma série de imperfeições perigosas a sua saúde, seu resultado não pode ser homologado junto aos órgãos competentes. Ao longo dos anos, a FPA vem desenvolvendo amplo trabalho de conscientização junto aos organizadores. E vem obtendo paulatino sucesso.

Explique melhor...

R. Em 2013 conseguimos melhorar um pouco o número de eventos com alvará. Foram 179 corridas irregulares contra 182 registradas em 2012. Nos anos anteriores, todavia, a situação era bem pior. A FPA está firme na luta pela totalidade de provas organizadas em São Paulo de forma oficial, assegurando, assim, o máximo respeito devido aos participantes.

Por gênero, o que as estatísticas dizem?

R. No ano em análise, o de 2013, tivemos as participações, em corridas oficiais, de 379.393 homens e 186.842 mulheres.

Em termos de realizações de corridas, qual o mês mais aquecido?

R. Sempre segundo as estatísticas da FPA, a maior incidência de provas é no mês de setembro, com 40 corridas. O mês de janeiro, possivelmente em razão de férias, apresenta número pequeno, de apenas seis eventos.

O que a FPA está fazendo para profissionalizar ainda mais a prova mais popular do atletismo?

R. Estamos desenvolvendo vários trabalhos no sentido de que o atleta de corridas de rua se inscreva como tal na FPA. Ele pagará uma taxa anual de apenas R$ 65,00 e terá direito a carteirinha de federado, assistência odontológica a preços módicos e fisioterapia gratuita no Complexo do Ibirapuera. A FPA vem desenvolvendo, também, instrumentos capazes de facilitar tal inscrição.

Como o ato de federação dos corredores poderá ser facilitado?

R. Através de um software específico que constará do nosso site, o www.atletismofpa.org.br. Lá, o interessado encontrará toda a comodidade para se federar de forma rápida e sem burocracia.

A FPA espera filiar quantos corredores em seus quadros?

R. Espera um crescimento contínuo, até chegar à casa dos 50 mil federados.

 

3 - Maratona do Rio

Prof. Luis Tavares

Elaborei um exemplo de treinamento para o mês de maio para quem deseja correr a Maratona do Rio de Janeiro em 27 de julho de 2014.

Vale salientar que o treino abaixo é apenas um parâmetro para desenvolvimento de treinamento de um atleta já condicionado.

O treino deve ser acompanhado por um profissional com CREF.

12/05-Segunda-Descanso

13/05-Terça-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

14/05-Quarta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

15/05-Quinta-8 x 800 m a 90% da frequência cardíaca com intervalo de 200 m trote

16/05-Sexta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

17/05-Sábado-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

18/05-Domingo-20 km leve a 70% da frequência cardíaca

19/05-Segunda-Descanso

20/05-Terça-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

21/05-Quarta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

22/05-Quinta-8 x 800 m a 90% da frequência cardíaca com intervalo de 200 m trote

23/05-Sexta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

24/05-Sábado-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

25/05-Domingo-25 km leve a 70% da frequência cardíaca

26/05-Segunda-Descanso

27/05-Terça-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

28/05-Quarta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

29/05-Quinta-8 x 800 m a 90% da frequência cardíaca com intervalo de 200 m trote

30/05-Sexta-10 km leve a 70% da frequência cardíaca

31/05-Sábado-8 km leve a 70% da frequência cardíaca

 

4 - Cuidado com dor na canela!

Rosana Guidugli e Carlos - ultramaratonistas

Não é raro nos depararmos com queixas de fortes dores na canela. Essas queixas podem aumentar à medida que o corredor aumenta seu volume de treino.

Os primeiros sinais de dores fortes na canela podem indicar lesão na região da tíbia.

A síndrome do estresse tibial medial, fortes dores na canela, atinge cerca de 40% dos iniciantes.

Se você ignorar essas dores e não tratar, há risco de fratura por estresse.

Estudos mostram que a dor pode ser proveniente de uma lesão óssea e não uma simples lesão dos tecidos musculares.

Atividade física é indispensável para todas as pessoas. Então, ao menor sinal de dor ou desconforto na canela, cadencie os treinos, busque o equilíbrio entre descanso e corrida e procure um médico.

 

5 - Sedentarismo

           

Dr. Ruggero Bernardo Guidugli

Pesquisa recente desenvolvida na Austrália com mais de 8.000 indivíduos considerados totalmente sedentários, observados por um período de 10 anos, concluiu que 15% desenvolveram câncer, e a maioria desenvolveu doenças degenerativas crônicas como diabetes, hipertensão e artrose.

            Em um grupo de controle menos sedentário, que caminhava ao menos 15 minutos por dia, houve pouco aparecimento de doenças crônicas.

            O simples fato de andar diariamente livra os indivíduos de ficarem doentes.

            Há um consenso de que o sedentarismo absoluto é um grande fator de risco para a maioria das doenças.

            Reconhecemos plenamente que em nossa cidade há poucas condições para vida mais saudável.

            Ela nos obriga ao abuso do automóvel, a respirar ar poluído, a utilizar elevadores e nos afasta de caminhadas porque o espaço público privilegia apenas o transporte individual.

            Embora as práticas saudáveis como a atividade física e o esporte sejam atividades estimuladas por entidades públicas, o favorecimento a fatores opostos é inequívoco.

            Se dia a dia a ciência recomenda cada vez mais a prática de atividade física, a sociedade parece caminhar em sentido contrário.

            E aí estão os resultados: 51% da população tem sobrepeso e o número de doenças crônicas não transmissíveis vem aumentando progressivamente.

            Necessitamos, portanto, reagir: ter um pouco de boa vontade e colocarmos mais nossos músculos em ação, pois é esta prática que nos deixa mias fortes e mais saudáveis.

 

6 - Atividade física previne DCNT

Dr. Ruggero Bernardo Guidugli

       Estimativas da Or Mundial de Saúde (OMS) apontam que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) já são responsáveis por quase 70% das mortes em todo o mundo.

            No Brasil, as DCNT seguem padrão semelhante, destacando-se as doenças cardiovasculares com 35% de óbitos, segundo informações do Sistema de Informações de Mortalidade.

            Essas doenças têm um forte impacto na qualidade de vida dos indivíduos afetados, causando piora na qualidade de vida e efeitos econômicos para a família e sociedade.

            Por serem de etologia múltipla, torna-se difícil definir claramente suas causas, mas é possível identificar diversos fatores de risco classificados como não modificáveis – sexo, idade, herança genética e comportamentais – sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool, alimentação não saudável e sobrepeso, entre outros.

            Nós, dentre os fatores de risco comportamentais, insistimos particularmente na questão do sedentarismo, visto que a prática regular de atividade física tem também impacto fundamental positivo sobre os fatores psicossociais condicionantes das DCNT como melhora do convívio social, redução da violência e melhor disposição para o trabalho.

            Se as políticas públicas de promoção da saúde não conseguem reduzir estes fatores de risco da população, resta o desafio para todos nós de incentivar a prática de atividade física para toda a população e desestimular o tabagismo e abuso do álcool e drogas, pois só assim ajudaremos a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

              

7 -Princípio da Sobrecarga

Prof. Luis Felipe T. Polito

O Treinamento Desportivo se baseia em alguns princípios básicos, como o da Individualidade Biológica, discutido na edição passada, e o Princípio da Sobrecarga e da Supercompensação que discutiremos nesta edição.

           Para que a carga de treinamento seja eficiente, ela necessita ser calculada de forma que exerça no organismo um estresse físico e bioquímico “ótimo” capaz de gerar nas adaptações orgânicas a supercompensação ao treinamento, que nada mais é do que o organismo alcançar um nível de condicionamento superior ao nível encontrado antes do indivíduo se submeter ao programa de treinamento.  Isto só ocorre se a sobrecarga imposta for suficiente para isso.

           Deste modo é aconselhada a orientação de um profissional de Educação Física para a correta monitorização da carga de treinamento.

 

8 - Procura-se um objetivo democrático desesperadamente

Claudio Dirani

Não importa se você tem ou não tem partido. Nem mesmo se a questão por trás dos manifestos populares iniciados em junho de 2013 possuíam um lado sombrio. Ou seja: eram (ou são) movidos por algum interesse oculto, como influenciar nas eleições de outubro. A verdade é que ninguém com o mínimo de sanidade pode ir contra o manifesto democrático. Mas vamos até a página 2. Se agir como cidadão é sinônimo de destruição de patrimônio público a resposta é: “De jeito nenhum, obrigado”.

Outra realidade é que o balanço das ações, quase um ano depois, é desanimador. Procura-se uma direção. No começo, o chamado Movimento Passe Livre negou que existiam mais intenções, a não ser lutar por (utópico) transporte gratuito em São Paulo. Decepção, já que o desejo, ao menos aqui em São Paulo, era dar um passo além e lutar por um país melhor em todos os setores.

O seu dinheiro é o que paga a conta

Desânimo maior por parte desse cronista veio quando um tal grupo encapuzado autointitulado Black Blocks começou a depredar a cidade que amo, além de outras praças nacionais. Pergunto ao leitor: Além do cidadão comum você acha que um governante vai chorar pelo patrimônio destruído? Simplesmente, porque o já suado dinheiro de impostos pago pelo contribuinte é que vai cobrir as despesas.

A falta de foco no Brasil de 2014 é um contraste com os 30 anos da grande passeata nacional a favor do voto, o movimento “Diretas Já”. Em abril de 1984 os brasileiros tinham em mente participar do processo democrático após anos de chumbo, motivados pela emenda do deputado federal Dante de Oliveira. O congresso não cedeu, e só fomos às urnas em 1989. Com a cabeça no passado, existia no canto da alma um fio de esperança, que esses gestos, três décadas mais tarde, poderiam inspirar um recomeço, para pressionar os políticos a construir um país sem corrupção. Ou com menos crimes do colarinho branco.

No momento em que encerro este texto, membros de outra facção chamada Levante Popular da Juventude caminhou pela Avenida Paulista no feriado de Tiradentes, sem violência, com a seguinte reivindicação: Exigir um plebiscito pela reforma da Constituinte e reformular o sistema eleitoral.

Que este exemplo ganhe mais adeptos e não se transforme em violência gratuita e “jogo para a torcida”. Afinal, lutar contra a realização da Copa, a pouco mais de um mês para o evento, é a mais completa tradução para a palavra “inútil”. O mundial de futebol está vendido desde 2007.

 

 

9 - Fascite plantar

Prof. Carlos Ventura

A fascite plantar é uma das lesões mais complicadas para curar.

A fáscia fica em uma rede de tecidos na planta dos pés que sustentam toda a região estrutural do arco.

Quando o pé bate no solo, a fáscia plantar fica alongada para dar ao pé a possibilidade de se endireitar e poder girar, retraindo desta forma ao seu comprimento normal por meio de uma tensão interna quando o pé sai do chão.

Esse alongamento repetitivo pode distender o tecido da fáscia plantar que fica perto do ponto de ligação ao osso do calcanhar.

À medida que a repetição acontece, a inflamação se estabelece surgindo a dor, suportável no seu início, porém muito forte com o decorrer da corrida.

É sugerido nesta condição que o corredor pare por algum tempo, procurando fazer outros tipos de exercícios, como alongamentos, resistência localizada, trabalho para os membros superiores, abdominais, educativos de postura etc., evitando a tentação de correr.

Procure imitar os exercícios que fazem os lutadores de boxe, usando um espelho. Fazer exercícios com pequenos pesos para os braços é recomendável, bem como exercícios respiratórios.

Para uma boa recuperação os médicos recomendam terapia de choque e cortisona (não é minha área).

A flexibilidade fraca do tornozelo é um fator de risco, por isso exercícios localizados são fundamentais. Atividades de baixo impacto são sugeridas. O corredor, aumentando sua quilometragem semanal, deve ter precaução de correr, se possível, em esteira com pouca inclinação.

O aparecimento de fissuras ósseas pode ocorrer, por isso o repouso é o mais indicado, mesmo você saindo de sua forma atlética.

Todo o corredor de fundo deve procurar conhecimentos sobre sua atividade de treinamento, lendo, estudando, além de treinar, por isso acredito muito que o conhecimento, a educação e a cultura fazem com que o atleta tenha uma melhor performance.

 

10 - O andarilho perdido

Benedito Tiarga

Um ex-atleta, para manter a forma, decidiu tornar-se um “andarilho” e através de longas caminhadas visitou várias cidades.

Ao ouvir falar de uma região composta por várias cidades cortadas por um importante, mas, “poluído” rio, resolveu visitá-la. Pesquisou no mapa as localizações das cidades para começar a caminhada e escolheu a menor delas.

Ao chegar percebeu que a cidade realmente era pequena e fazia jus ao nome que também era pequeno.

Após alguns dias caminhando pela pequena cidade percebeu que ali tudo parecia funcionar, prédios públicos ou particulares limpos, ruas e praças limpas com viaturas e policiais patrulhando-as. Contente com o que viu, anotou tudo em seu diário e continuou sua caminhada em direção a outras cidades.

E por cada uma que passava observava o abandono e as reclamações da população local.

Mas, ao chegar numa determinada cidade, algo “curioso” chamou sua atenção. Ao caminhar pelas ruas observou vários “círculos” pintados no asfalto em volta dos “buracos”.

Era uma visão curiosa porque parecia um “buraco dentro do outro”. Logo pensou que era a prefeitura local que havia “assinalado os buracos” para facilitar o serviço da equipe de tapa buracos, depois ficou sabendo que foi uma “ong” que havia pintado os círculos em sinal de “protesto”.

Mas, ele logo pensou: de uma forma ou de outra faltou tinta ou sobrou preguiça, porque havia muitos “buracos” sem sinalização.

Movido pela curiosidade de conhecer melhor a cidade continuou a caminhada e deparou com um atropelamento. Muito prestativo pegou o celular e ligou para o 192 “Samu” pedindo uma ambulância para socorrer a vítima. Mas a atendente perguntou: qual o local? Ele procurou uma placa para ver o nome da rua, não encontrou.

Continuou a caminhada e viu um incêndio e pessoas gritando: chame o bombeiro. Novamente ele pegou o celular e ligou para 193 “Bombeiros”. O atendente perguntou: qual o local? Ele procurou uma placa para ver o nome da rua, não encontrou.

Preocupado com estes episódios, continuou a caminhada e novamente deparou com uma situação de emergência: 2 homens armados estavam praticando um “assalto”. Como bom cidadão, disposto ajudar o próximo, pegou o celular e ligou para o 190 “Polícia”. A atendente perguntou: qual o local?  Novamente procurou uma placa para ver o nome da rua e não encontrou.

Decepcionado com o que viu e frustrado por não ter conseguido ajudar ninguém decidiu ir embora. E saiu perguntando: moço, qual o nome desta rua? Como faço para sair da cidade?

 

 

11 - Estatísticas sobre corridas e a conduta de corredores mostram caminho para a sociedade

Prof. Roberto Losada Pratti - Diretor do jornal Atividade Física

Ariane Pratti – Editora do jornal Atividade Física

Segundo dados da Federação Paulista de Atletismo, publicados nesta edição, em 2013 foram registradas pela FPA 323 corridas no Estado, com 566 mil participantes, o que representa média de mais de 1.700 corredores por evento. Muitas passam de 5 mil, número maior do que a população de dezenas de cidades de SP.

O ambiente das corridas é de saúde, paz e solidariedade.

A saúde é fruto do cotidiano do corredor que a constrói a cada treino, pois é uma atividade física que previne doenças, inclusive degenerativas, e produz saúde e qualidade de vida.

Organizadores de corridas são alicerces para que isto se realize. E podem ir além, como acontece na Corrida GRAACC, onde também os corredores podem fazer doações.

A conduta dos corredores é de alegria, paz e solidariedade.

Algumas instituições públicas têm se engajado incentivando a caminhada e a corrida.

A corrida está mostrando um caminho para a sociedade e os governos que é ampliar o incentivo à prática da atividade física e hábitos saudáveis.

 

12 - Pequenos grandes atletas

 

Rosa Domingues Stancati

A foto vencedora na enquete do site www.atividadefisica.net foi a de Ângelo Lucas Freire Gomes, 8 anos, Fortaleza, praticante de corrida e karatê. Foi enviada pelo pai, Daniel Gomes.

Se você quiser participar da seção Pequenos Grandes Atletas para incentivar a criança a praticar atividade física, leia as instruções no link www. atividadefisica.net/pequenos-grandes-atletas

 

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