MATÉRIAS DE julho DE 2014- Nº 178 - JORNAL ATIVIDADE FÍSICA

 

1 - Corpore

Dr. David Cytrynowicz - Presidente da Corpore

Dr. Amadeu Armentano - Presidente do Conselho Deliberativo da Corpore

Prezado (a) corredor (a),

O ano era 1991, a cidade, Nova Iorque, o local marcado para o encontro, Roosevelt Hotel, a personagem, Orlando Pizzolato, quando, sábado, véspera da Maratona da cidade.

Lá estava eu, estreante na mais famosa maratona do mundo.

Misto de ansiedade e pura tietagem ante um dos ídolos, convidado pela delegação italiana fui "conversar" e para minha surpresa recebido com grande gentileza. Não só conheci mas aprendi e muito com este grande atleta vencedor por duas vezes desta prova, em 1984 e 1985.

Entre outras coisas, soube que a base para seu treinamento era o "fartlek".

Para quem não se lembra, é um termo sueco que quer dizer brincar de correr, junção ou neologismo das palavras "fartlöming” (brincar) e "lek" (correr). Este tipo ou método de treinamento foi criado em 1937 por Gosta Holmér visando provas de "cross country”, na cidade sueca de Bossom.

Originalmente, o "fartlek", segundo aprendi com Pizzolato, é um treino que visa resistência e que, posteriormente, por adaptação passou a favorecer velocidade, o que pode ser facilmente confundido com intervalado ou forte/fraco.

Segundo o mestre Carlos Gomes Ventura, deve ser adaptado ao atleta e inserido em treinos visando longa distância.

Hoje, várias modalidades, como a natação, utilizam o método.

A característica do "fartlek' é a variação de velocidade em aclive, declive, retas e rampas, degraus e etc., enfim, duro mas pura diversão.

Maiores detalhes, com os bons profissionais de plantão.

Abraços,

Armentano.

 

2 - Estatísticas de corrida: você, corredor, é exemplo e transforma a sociedade rumo à qualidade de vida

Prof. Roberto Losada Pratti - Diretor do jornal Atividade Física

No Brasil, o trabalho braçal já foi considerado não nobre e era realizado por escravos.

Houve época em que vida boa era sinônimo de ter dinheiro, gente para fazer as coisas, charuto e uísque importado.

Cidades cresceram e se modernizaram e o trabalho do campo não era mais atrativo.

Profissões melhores e aprazíveis, intelectuais, em escritórios, com cadeiras confortáveis, além de bons salários, se tornaram sonho e realidade.

Os mais jovens deixaram as zonas rurais em busca de emprego.

As ruas e estradas pavimentadas tiraram o barro do pé, encurtaram distâncias e trouxeram progresso.

O automóvel proporcionou milagres. Era possível para quem o possuísse percorrer distâncias inimagináveis outrora.

Surgiram carros velozes, seguros, confortabilíssimos, com ar condicionado que substituía o suor de caminhadas necessárias até para buscar o pão na padaria da esquina.

Viagens épicas de bandeirantes e exploradores que demoravam eternidade e acabavam em tragédia agora eram feitas em horas.

Todos queriam essa vida com comodidade e muitos rumaram para cidades que se tornaram metrópoles. Para acomodar mais pessoas surgiram os edifícios com elevadores em que basta entrar e chegar.

Não é mais necessário plantar, basta abrir a geladeira repleta de alimentos saborosos.

Em grandes cidades, hospitais equipados salvavam vidas.

Mas doenças não transmissíveis como cardiopatias ceifavam vidas.

A obesidade passou a ser comum até em crianças.

Estudos científicos evidenciaram que o sedentarismo, a obesidade, a alimentação copiosa e sem qualidade, o tabagismo e o alcoolismo eram inimigos da saúde.

A atividade física passou a ser recomendada e correr é uma opção que se torna paixão nacional.

Só no Estado de São Paulo, conforme dados da Federação Paulista de Atletismo representados no gráfico e na tabela, em 2013 foram realizadas 502 corridas, sendo 323 oficializadas com 566.236 participantes. Veja esses dados em www.matematicapopular.webnode.com/estatistica-no-cotidiano

Esses dados são apenas de quem corre em corridas oficializadas e apenas no Estado de São Paulo.

O número de praticantes de corrida que participam ou não de corridas de rua aumenta a cada dia.

As pessoas correm nas ruas, nos parques, na praia, em esteira.

Esse crescimento acontece porque percebem que qualidade de vida não é sedentarismo.

E o melhor convencimento disso é conhecer praticante de atividade física que seja parâmetro.

Você, corredor, no seu treino diário é exemplo e, mesmo sem saber, tem seguidores e transforma a vida de quem o observa e da sociedade rumo à qualidade de vida.

 

 

3 - Medalha de ouro e campeão mundial nas argolas, Arthur Zanetti visita FPA

Mauro Roberto Chekin - Presidente da FPA

Amigo pessoal do presidente licenciado, Mauro Roberto Chekin, o medalhista olímpico e campeão mundial de ginástica artística na prova de argolas, Arthur Zanetti, visitou a Federação Paulista de Atletismo (FPA) na manhã do último 14 de maio.

Na ocasião, Zanetti esteve acompanhado de seu agente e gestor de carreira, Marcel Ferraz Camilo, que também é diretor Jurídico e vice-presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da FPA.

O medalhista de ouro das Olimpíadas de Londres revelou ser grande fã do atletismo, em especial das provas de corridas e saltos.

“Ídolos históricos da modalidade como Adhemar Ferreira da Silva, João Carlos de Oliveira (João do Pulo) e Nelson Prudêncio, entre tantos outros, sempre me motivaram a buscar um grau de excelência na ginástica. São verdadeiros heróis, que conseguiram suplantar obstáculos com garra, técnica e muita disciplina”, disse Arthur Zanetti.

Promessa real de medalha para o Brasil nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, Zanetti revela que se utiliza de muitas técnicas de treinamento e alongamento característicos do atletismo em seu dia a dia.

Em sua visita, ele conheceu o corpo diretivo da FPA e seus funcionários.

“Saio daqui feliz e certo de ter feito novos e valiosos amigos”, concluiu.

Curriculum do campeão

Arthur Zanetti nasceu em São Caetano do Sul no dia 16 de abril de 1990.

Entre seus principais títulos figuram:

- Campeão Mundial nas argolas em Antuérpia (2013);

- Campeão da Copa Toyota no Japão (2013);

- Ouro na Copa do Mundo de Anadia, Portugal (2013);

- Medalha de ouro em Doha, Catar (2013);

- Campeão da Copa Toyota, Japão (2012);

- Ouro na Copa do Mundo em Oseijek, Maribor e Ghent (2012);

- Medalhista de ouro nas Olimpíadas de Londres (2012);

- Ouro no evento teste para Londres (2012);

- Ouro no Sul-Americano de 2010.

 

4 - Roteiro dos parques e Parque da Independência

Ariane Pratti - Redadora do jornal Atividade Física

Os parques são locais públicos que podem abrigar áreas verdes, lagos, fauna, flora, museus, monumentos, playgrounds, aparelhos de ginástica, pistas de cooper, quadras, eventos, shows, esporte, lazer, leitura, recreação, paz e tranquilidade.

Não precisa ficar sócio, crachá, carteirinha, exame médico, marcar hora, pedir autorização, pagar mensalidade.

É só chegar e entrar.

Graças a isso, em alguns parques os frequentadores são assíduos, caminham juntos, fazem amizades e isto torna o local seguro, pois forasteiros mal intencionados são facilmente identificados e não conseguem agir.

O parque é uma riqueza incomensurável e tudo isto gratuitamente.

Existem parques em praticamente todas as cidades.

Você pode encontrar os parques nos sites das cidades e geralmente há detalhes deles.

Por exemplo, no site da cidade de São Paulo há links para 93 parques. Em Santo André são 12 parques, em São Bernardo 4, em São Caetano 7.

Faça um roteiro de parques e usufrua desses paraísos a céu aberto.

A Corrida dos Bombeiros tem largada na Avenida Nazaré, ao lado do Museu do Ipiranga, que se situa no Parque da Independência.

A área do Parque é de 161.300 m² e com nova área que está sendo anexada passará para 21.188 m².

Atrás do Museu há mesas para fazer um lanche, sanitários e playground. No bosque há a Pista de Cooper Vinicio Stancati com aparelhos de ginástica e são encontradas espécies como araribá-rosa, canela-branca, cedro, figueira-mata-pau, jatobá.

No jardim francês, à frente do Museu, destacam-se topiárias de azaleia, buxo e falsa-figueira-benjamim, canteiros de rosas e arranjos de palmeiras e pinheiros.

Na chegada da corrida você verá a Avenida dos Coqueiros onde, no morro, está a Casa do Grito, que pode ser visitada.

A Cripta Imperial está situada no subsolo do Monumento da Independência, à beira do Riacho do Ipiranga: “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas”.

 

5) Orientação para treino em altitude

Prof. Carlos Gomes Ventura

Treinar em altitude produz um melhor rendimento na performance do fundista, entretanto, algumas normas devem ser seguidas.

É fundamental preliminarmente uma avaliação médica.

O período de adaptação é de 8 a 10 dias.

Algumas ocorrências podem acontecer, como diminuição da oxigenação, diminuição de glóbulos brancos, alteração na pressão arterial.

Para uma boa adaptação o atleta deve correr longas distâncias com os batimentos cardíacos baixos.

Podem ocorrer inflamações, febre, tendinite, dor de garganta, ansiedade.

Sugestão com relação à alimentação para treinos acima de 2.000 metros: glicídios: 55%, tempo de digestão, 1 hora a 1 hora e meia; lipídios: 30%, tempo de digestão, 4 a 5 horas; protídeos: 15%, tempo de digestão, 3 a 4 horas.

O treinamento em altitude pode ser considerado bom quando for acima de 2.200 metros.

No Estado de São Paulo, treinos em Campos do Jordão são preferidos por alguns atletas, mas não são exatamente treinos em altitude, pois é abaixo de 1.500 metros.

Com relação a despesas é mais aconselhável treinar nas cidades de Ibiúna e Águas da Prata, onde a altitude é muito boa.

Apenas uma observação: quem faz o atleta é sua dedicação e disciplina com ou sem altitude.

 

 

6) Volta ao Cristo de Taboão da Serra recebe atletas de braços abertos

Neuri Dantas – Presidentes da Associação Atletas do Bem

Aconteceu no domingo dia 08 de junho de 2014 a 1ª Volta ao Cristo de Taboão da Serra.

Foi uma grande festa do esporte!

A corrida foi organizada pela Associação Desportiva e Cultural Atletas do Bem, direção geral do professor Neuri Dantas, direção técnica do professor Silvio Ribeiro.

Foi vencida com o tempo de 16min59s pelo atleta Tiago Vieira Silva, e no feminino, com o tempo de 23min36s, Clausen Colins Rondini Lavos da equipe Corre Brasil.

A prova teve um percurso dificílimo com muitas subidas e descidas. Os atletas largaram do alto do Cristo Redentor, foram em direção ao Parque das Hortênsias e voltaram novamente aos pés do Cristo que recebeu todos de braços abertos.

As inscrições foram limitadas a 200, mas pela repercussão e sucesso passarão a 1.000 em 2015.

A prova contou com o apoio logístico da MD Distribuidora de Alimentos, apoio da Bom Sono Colchões, ADCON do Dr. Sebastião Messias.

Ressalte-se o excelente serviço prestado pelo Departamento Municipal de Trânsito, Secretaria Municipal de Saúde e Guarda Civil Municipal.

7) Princípio da Reversibilidade

Prof. Luis Felipe Polito

Continuando nossa discussão sobre os princípios do Treinamento Desportivo, nesta edição trataremos do Princípio da Reversibilidade.

Quando o organismo é submetido ao treinamento, o estresse fisiológico induz uma série de adaptações orgânicas durante o repouso, desde que haja o correto suporte nutricional.

Mas o que será que acontece quando o treinamento é interrompido, quando os estímulos que induzem as adaptações são interrompidos?

De acordo com o Princípio da Reversibilidade, do mesmo modo que a continuidade do treinamento promove melhoras do nível de condicionamento físico desde que haja estímulos suficientes para isso, a interrupção dos exercícios irá fazer com que o organismo retome os níveis iniciais pré-treinamento por várias razões metabólicas e musculares, sendo a redução do número de mitocôndrias, do conteúdo de mioglobina e do volume de ejeção sistólico uma delas.

Deste modo é aconselhada a orientação de um profissional de Educação Física para a correta monitorização da carga de treinamento.

 

 

8) Os gastos da copa e o incentivo ao esporte amador

Dr. Ruggero Bernardo Guidugli - Consultor de medicina e saúde

O futebol foi trazido ao Brasil pelos ingleses no final do século retrasado e rapidamente se difundiu entre a população tornando-se a principal atividade esportiva nacional.

Podemos dizer que o mesmo ocorreu em outros países da América Latina e Europa, mas aqui, em particular, sua aceitação foi excepcionalmente maior, tornando o Brasil o grande campeão mundial com louváveis méritos.

Como acontece nas grandes práticas esportivas, ocorre o profissionalismo, que está estreitamente ligado à atividade comercial, ao patrocínio das empresas multinacionais e mesmo à propaganda política.

Os grandes gastos com esta copa no Brasil foram um exemplo disso que marcaram uma bela festa, mas pecaram pelo exagero.

Se pequena quantidade das verbas fosse destinada ao esporte amador, ao incentivo da prática da educação física em todas as idades e infraestrutura necessária para esta prática, temos certeza que em poucos anos haveria atletas mais bem preparados e uma população muito mais saudável.

Hoje em dia há respaldo da ciência para incentivar a prática de atividade física regular por todas as pessoas de todas as idades para promoção da saúde.

Isto, porém, não ocorre não só por uma questão cultural, mas principalmente por falta de estímulo e infraestrutura montada para sua prática. A falta de espaços públicos adequados, de áreas verdes e de quadras de esporte desestimula as pessoas e faz com que fiquem trancadas em seus apartamentos e só utilizem o automóvel no trânsito congestionado das grandes cidades.

Isso estimula o sedentarismo e com ele vem a obesidade e todas as doenças crônicas não transmissíveis, atualmente a principal causa de morte no mundo ocidental.

Esperamos que haja bom senso e o esporte amador e a prática regular de atividade física sejam melhor considerados pelos governos, pois assim teremos menos superlotação em ambulatórios e menos leitos ocupados em hospitais.

 

9) Mais programas para prevenção de doenças crônicas

Dr. Ruggero Bernardo Guidugli - Consultor de medicina e saúde

 

Dados recentes divulgados pela Organização Mundial de Saúde apontam que as doenças crônicas não transmissíveis continuam aumentando na população mundial apesar de já bem conhecidas suas causas e fatores de risco.

Por outro lado, a expectativa de vida continua subindo nos países em desenvolvimento.

Há previsão que, no Brasil, na metade deste século haja uma mudança na pirâmide etária, mas a qualidade de vida dos idosos não tem melhorado.

Apesar do avanço do conhecimento nestas últimas décadas que tem respaldado os métodos de prevenção dessas doenças: atividade física, alimentação saudável, peso adequado, abandono do tabaco e do álcool, diminuição da poluição ambiental, as vozes da ciência não ecoam.

O índice de obesidade da população já ultrapassou os 50% com aumento progressivo de 2% ao ano.

A população continua cada vez mais sedentária, abusando do automóvel e vivendo trancada em seus apartamentos.

A falta de espaços públicos, ausência de incentivo a uma prática saudável de vida, não incentivo ao esporte amador, falta de políticas públicas para exercitar jovens e idosos a praticar atividade física e propaganda exagerada sobre o consumo de alimentos não saudáveis ajudam este quadro.

Esperamos que as entidades esportivas, culturais, de corredores, de programas para a terceira idade tenham mais iniciativas e tentem a reversão deste quadro desolador que pode levar até a um colapso do sistema de saúde.

 

10) Planilha

Prof. Luis Eduardo Tavares

A planilha abaixo é exemplo da última semana de treinos para a Maratona do Rio de Janeiro, a ser realizada em 27 de julho de 2014.

19/07-Sábado - 20 km leve a 70% da frequência cardíaca

20/07-Domingo-12 km leve a 70% da frequência cardíaca

21/07-Segunda-descanso

22/07-Terça -12 x 400 m a 95% da frequência cardíaca com intervalo 200 metros trote

23/07-Quarta-12 km leve a 70% da frequência cardíaca

24/07-Quinta-10 x 200 metros a 95% da frequência cardíaca com intervalo 200 metros de trote

25/07-Sexta-40 minutos leve

26/07-Sábado-30 minutos leve

27/07-Domingo-Maratona do Rio

 

11) Opções para a terceira idade

Rosa Domingues Stancati

A vida ativa é vital para a terceira idade e fundamental para a qualidade de vida.

As opções para as atividades físicas, mentais e sociais são muitas, começando pelo simples ato de caminhar sozinho ou com amigos em locais seguros.

Os clubes da terceira idade hoje têm relevante papel e cumprem sua função revitalizando os idosos.

A dança tem trazido novo alento até para quem não sabe dançar, por meio de cursos e escolas de dança.

Natação e hidroginástica são atividades sem impacto e até lúdicas ao som de música.

Sessões de alongamento e ginástica fortalecem os músculos.

As academias são lugares seguros e aparelhados e, hoje no Estado de São Paulo, o cartão Vida Ativa é fornecido a idosos com menos recursos financeiros para que frequentem academias.

É considerável o número de idosos que treinam intensamente, participam de competições, ganham medalhas, troféus e dinheiro por faixa etária, têm excelente condicionamento físico e performance melhor do que a de muitos jovens.

 

 

12) A importância de variar terrenos

Rosana Guidugli Varga - Carlos Alberto da Silva – Ultramaratonistas

Sair do asfalto e correr em superfícies mais macias é um alívio para seus pés, tornozelos, joelhos e quadris.

Asfalto e estradas não são a melhor opção para o seu corpo por causa do impacto. Se possível, encontre uma superfície macia, pois o impacto é menor.

Segundo Eric Blake, do Central Connecticut State University, alterar as superfícies trará benefícios físicos e o cenário diferente trará benefícios mentais.

Segundo Kevin Tilton, a superfície mais suave de trilhas, gramas e areia permite recuperar de treinos mais velozes. Além disso, correr nas trilhas utiliza músculos estabilizadores.

Varie terrenos e ambientes porque é bom fisicamente e mentalmente.

 

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Prof. Roberto Losada Pratti

Diretor do jornal Atividade Física

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